Enquanto por dentro eu te olhava chorando, você me olhava com um lindo sorriso.
Enquanto o que eu mais queria era poder te abraçar e te beijar, você parecia me ignorar.
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
11 quilos de amor.
Eu já estava no terceiro cigarro e ela não havia chegado… A única coisa que eu gostaria de ver naquela bendita tarde era o pôr do sol e não desejava mais a presença dela. Não por hoje. Mas ela precisava trazer os velhos sentimentos e as velhas sensações deixadas na casa dela: 7 kg de saudade, 3 kg de dor, 11 kg de amor, 2 kg de ódio e me trazer também algumas coisas sem importância.
Quando acendi o quarto cigarro, do outro lado da rua ela me procurava. Saudade, dor, amor, ódio. Tudo veio a tona, porém com uma maior intensidade, com mais peso. O que pra mim era pior. Estava eu tentando esquecer os olhos negros, as bochechas rosadas de natureza, o cheiro bom de flor que vinha dela, o andar dela completamente distraído, e outras coisas mais. E agora me vem ela com tudo isso, justo agora. Nem sei se a culpa é dela, nem sei se é minha, vai ver é de nós duas…
- Demorei? - perguntou.
- Como sempre. Não mudou né? - olhei dentro dos lindos olhos negros dela.
- Mudei sim, viu?
- É? Então diz ai porque ate agora não vi nenhuma diferença? - sorri. Sorriso amarelo.
- Minhas mudanças não precisam ser vistas por você. - percebi uma certa euforia na fala dela.
- Concordo. Você não me deve satisfações sobre sua vida.
- E você, mudou? - perguntou-me.
- Não… continuo com os meus cigarros, com os mesmos conceitos, com a frieza e ao mesmo tempo a delicadeza de ser quem sou, e ainda não deixei de te amar… O que é um problema que eu preciso resolver.
Ela não disse nada, apenas me olhou e sorriu. Houve um breve silêncio. Logo depois, as duas ao mesmo tempo quebraram o silêncio:
- E você, ainda me ama? - perguntei.
- É sério que ainda me ama? - perguntou.
Sorri e respondi:
- É sim… é muito sério.
Sorriu e respondeu:
- Infelizmente ainda te amo também.
- Porque infelizmente?
- Não quero mais isso pra mim, pra nós, entende?
- Entendo, pois eu não quero mais isso pra mim também, nem pra nós. - quando disse isso, ela me abraçou e me apertou forte.
- O que foi?
- Desculpa. Eu precisava disso.
- Por que?
- Estou com outra pessoa, não sinto nada por ela como sinto por você, mesmo quando a abraço.
- E porque está com ela?
- Tentativa de te esquecer.
- Sei como é…
Ficamos em silêncio novamente. Logo, ela quebrara o silêncio:
- No fundo eu ainda preciso disso pra mim, pra nós. - disse ela, quase chorando.
- No fundo eu também preciso. Apontei para o céu e pedi que olhasse, então a roubei um beijo. Quando paramos, ela me abraçou mais forte ainda e eu disse:
- Desculpa. Eu precisava disso.
Trouxe saudade, dor, amor, ódio e agora a única coisa que permanecia ainda ali, era a certeza do meu amor por ela. De como eu a amava e do quanto eu a desejava para o resto de minha vida…
Quando acendi o quarto cigarro, do outro lado da rua ela me procurava. Saudade, dor, amor, ódio. Tudo veio a tona, porém com uma maior intensidade, com mais peso. O que pra mim era pior. Estava eu tentando esquecer os olhos negros, as bochechas rosadas de natureza, o cheiro bom de flor que vinha dela, o andar dela completamente distraído, e outras coisas mais. E agora me vem ela com tudo isso, justo agora. Nem sei se a culpa é dela, nem sei se é minha, vai ver é de nós duas…
- Demorei? - perguntou.
- Como sempre. Não mudou né? - olhei dentro dos lindos olhos negros dela.
- Mudei sim, viu?
- É? Então diz ai porque ate agora não vi nenhuma diferença? - sorri. Sorriso amarelo.
- Minhas mudanças não precisam ser vistas por você. - percebi uma certa euforia na fala dela.
- Concordo. Você não me deve satisfações sobre sua vida.
- E você, mudou? - perguntou-me.
- Não… continuo com os meus cigarros, com os mesmos conceitos, com a frieza e ao mesmo tempo a delicadeza de ser quem sou, e ainda não deixei de te amar… O que é um problema que eu preciso resolver.
Ela não disse nada, apenas me olhou e sorriu. Houve um breve silêncio. Logo depois, as duas ao mesmo tempo quebraram o silêncio:
- E você, ainda me ama? - perguntei.
- É sério que ainda me ama? - perguntou.
Sorri e respondi:
- É sim… é muito sério.
Sorriu e respondeu:
- Infelizmente ainda te amo também.
- Porque infelizmente?
- Não quero mais isso pra mim, pra nós, entende?
- Entendo, pois eu não quero mais isso pra mim também, nem pra nós. - quando disse isso, ela me abraçou e me apertou forte.
- O que foi?
- Desculpa. Eu precisava disso.
- Por que?
- Estou com outra pessoa, não sinto nada por ela como sinto por você, mesmo quando a abraço.
- E porque está com ela?
- Tentativa de te esquecer.
- Sei como é…
Ficamos em silêncio novamente. Logo, ela quebrara o silêncio:
- No fundo eu ainda preciso disso pra mim, pra nós. - disse ela, quase chorando.
- No fundo eu também preciso. Apontei para o céu e pedi que olhasse, então a roubei um beijo. Quando paramos, ela me abraçou mais forte ainda e eu disse:
- Desculpa. Eu precisava disso.
Trouxe saudade, dor, amor, ódio e agora a única coisa que permanecia ainda ali, era a certeza do meu amor por ela. De como eu a amava e do quanto eu a desejava para o resto de minha vida…
Um pedaço meu, um pedaço seu.
Você que veio de tão longe, que veio tão chateada e diz estar tão cansada. Cansada da vida, de todos a sua volta, que tem vontade de voltar e tudo mais. Mas agradece o fato de ter me conhecido, e isso me enche os olhos, me deixa feliz.
Você que veio pra entrar na minha vida, que veio pra entrar no meu coração e que veio pra encontrar carinho. E eu me encontro tão apaixonada, tão calada, tão encantada, tão perdida, que já nem sei mais por onde ando.
Você seria mais um anjo pra calmar momentaneamente minha vida? Se podes me responder querida, que me acalme então! Estou querendo calma e agora quero que essa seja ao seu lado, porque eu sei que não serei tão sozinha com você por perto, nem você ficará tão só comigo perto, e há de ficar contigo um pedaço meu e que um pedaço seu seja somente meu.
Você que veio pra entrar na minha vida, que veio pra entrar no meu coração e que veio pra encontrar carinho. E eu me encontro tão apaixonada, tão calada, tão encantada, tão perdida, que já nem sei mais por onde ando.
Você seria mais um anjo pra calmar momentaneamente minha vida? Se podes me responder querida, que me acalme então! Estou querendo calma e agora quero que essa seja ao seu lado, porque eu sei que não serei tão sozinha com você por perto, nem você ficará tão só comigo perto, e há de ficar contigo um pedaço meu e que um pedaço seu seja somente meu.
Corredor.
Estava eu num corredor de hospital perdido e esquecido da cidade... ouvia vozes, muitas vozes e isso não me deixava dormir, me incomodava e no fundo me provocava, me deixando com raiva e ao mesmo tempo aflita. E eu ficava me perguntando: qual será então minha morte?
Bom, seja lá qual for. Só espero que não seja tão sofrida como daqueles que lá - já mortos - se encontravam...
Bom, seja lá qual for. Só espero que não seja tão sofrida como daqueles que lá - já mortos - se encontravam...
Porque eu menina?
Ainda dia, tarde bonita. Quando então ela começou me pedindo com os olhos desesperados que explicasse o que tinha que as outras não tinham. E eu com os olhos cheios de lágrimas, que ela nem percebeu que meu choro também acontecia interiormente, e esse choro já me inundava por dentro, era o que mais me doía.
Logo eu percebi nela aflição e quando decidi contar a ela tudo que eu estava pretendendo a contar a um tempo, lá vinha minha condução pra me levar embora, pra longe de seu coração. Mas não era adeus não! Era uma pequena despedida, uma pequena partida.
E eu sempre fui assim mesmo. Covarde, sempre com medo. E por ter esse imenso medo, foi que parti pra longe dali. Porque pra mim não importava o desafio ou o tamanho da queda, eu sempre estava ali pra enfrentar, porém se fosse pra falar a minha garota como é grande, como é lindo meu amor, esse que eu sinto por ela, eu sentia um inútil medo e o mesmo me amedrontava, não deixando então que eu contasse que o que tem que as outras não tem é de fato simples… É a questão do brilho nos olhos que tem e quando esses olhos ai vem olhar para os meus, porque eu menina? Porque a menina me escolheu? Porque eu já sofria, e ainda sofro por ser tão insana e não dar valor a quem me ama…
E se chego perto já sinto arrepio, que depois me estremece e me faz ficar quieta, que me faz ficar paralisada, me fazendo então imaginar centenas de situações junto de você, centenas de cenas querendo você, centenas de cenas desejando você, centenas de cenas com vontade de você. E de repente me resolve invadir centenas de imagens com tua beleza infinda me pedindo pra ficar mais um pouco, porque você fala que vai se soltar mais dessa vez e que vai tentar me fazer sorrir outra vez: e consegue! E eu sempre me rendo a você. E eu sempre me doou a você.
Já não sei se amo você ou se te mando pro inferno! Mas se eu te mandar pro inferno, me espere, eu vou junto. Porque eu sei, que se você for agora, vou ser ainda mais covarde em não admitir que eu preciso de você agora, bem aqui perto de mim.
Logo eu percebi nela aflição e quando decidi contar a ela tudo que eu estava pretendendo a contar a um tempo, lá vinha minha condução pra me levar embora, pra longe de seu coração. Mas não era adeus não! Era uma pequena despedida, uma pequena partida.
E eu sempre fui assim mesmo. Covarde, sempre com medo. E por ter esse imenso medo, foi que parti pra longe dali. Porque pra mim não importava o desafio ou o tamanho da queda, eu sempre estava ali pra enfrentar, porém se fosse pra falar a minha garota como é grande, como é lindo meu amor, esse que eu sinto por ela, eu sentia um inútil medo e o mesmo me amedrontava, não deixando então que eu contasse que o que tem que as outras não tem é de fato simples… É a questão do brilho nos olhos que tem e quando esses olhos ai vem olhar para os meus, porque eu menina? Porque a menina me escolheu? Porque eu já sofria, e ainda sofro por ser tão insana e não dar valor a quem me ama…
E se chego perto já sinto arrepio, que depois me estremece e me faz ficar quieta, que me faz ficar paralisada, me fazendo então imaginar centenas de situações junto de você, centenas de cenas querendo você, centenas de cenas desejando você, centenas de cenas com vontade de você. E de repente me resolve invadir centenas de imagens com tua beleza infinda me pedindo pra ficar mais um pouco, porque você fala que vai se soltar mais dessa vez e que vai tentar me fazer sorrir outra vez: e consegue! E eu sempre me rendo a você. E eu sempre me doou a você.
Já não sei se amo você ou se te mando pro inferno! Mas se eu te mandar pro inferno, me espere, eu vou junto. Porque eu sei, que se você for agora, vou ser ainda mais covarde em não admitir que eu preciso de você agora, bem aqui perto de mim.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Pode não, pode sim!
A vida dela não passava de mais uma ilusão. A vida dela se passava numa imensa escuridão. A vida dela não tinha um segundo coração... Pode isso ou não? Pode não! A menina tem o direito de ser feliz(mente), de se encontrar interiormente e de amar outro corpo inocente.
Dizia ela: Vou-me embora daqui. Juntar um dinheiro e ser feliz.
Um dia ela juntou o dinheiro e foi-se embora ser feliz, como dizia.
Se foi? Foi (muito) feliz. Como foi? Foi bonito demais. Com quem foi? Foi com outra garota que, cuja vida também não passava de uma ilusão, cuja a vida se passava numa imensa escuridão, cuja vida não tinha um segundo coração... Pode isso ou não? Pode sim! A menina tem o direito de ser feliz(mente), de se encontrar interiormente e de amar outro corpo inocente.
Dizia ela: Vou-me embora daqui. Juntar um dinheiro e ser feliz.
Um dia ela juntou o dinheiro e foi-se embora ser feliz, como dizia.
Se foi? Foi (muito) feliz. Como foi? Foi bonito demais. Com quem foi? Foi com outra garota que, cuja vida também não passava de uma ilusão, cuja a vida se passava numa imensa escuridão, cuja vida não tinha um segundo coração... Pode isso ou não? Pode sim! A menina tem o direito de ser feliz(mente), de se encontrar interiormente e de amar outro corpo inocente.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Isabela.
Fugir com ela. Este era o desejo de Isabela. Foi uma espécie de paixão a primeira vista. Logo então, o desejo só queria consumir a tal menina. E a cada dia, crescia mais e mais a vontade de fugir e ser feliz. Mas não sozinha, Isabela amava ela. Ela, que tinha um dos sorrisos mais lindos e um dos olhares mais bonitos…
Pensamento meio bobo, que por fim se calou às nove e seis, na manhã do dia três:
- Isabela, quero fugir com você! - foi assim, numa pequena frase feliz, que ela fugiu com Isabela e Isabela, não se calava diante dela:
- Eu te amo e obrigada por ter fugido comigo. - foram as palavras das muitas que viriam naquele lugar bonito, onde Isabela iria amar ate o infinito…
Pensamento meio bobo, que por fim se calou às nove e seis, na manhã do dia três:
- Isabela, quero fugir com você! - foi assim, numa pequena frase feliz, que ela fugiu com Isabela e Isabela, não se calava diante dela:
- Eu te amo e obrigada por ter fugido comigo. - foram as palavras das muitas que viriam naquele lugar bonito, onde Isabela iria amar ate o infinito…
(D)aqui.
Das coisas que cumpri. Das juras que prometi. Dos problemas que resolvi. Das histórias que menti. Dos contos que li. Das ilusões que vivi. Dos dramas que sobrevivi. Das tardes que dormi. Dos olhares que vi. Das guerras que venci. Dos ventos que senti. Das vezes que quase morri...
E sabe o que me trouxe ate aqui? O mesmo que trouxe você ate a mim.
E sabe o que me trouxe ate aqui? O mesmo que trouxe você ate a mim.
Tudo outra vez.
Quando aconteceu o primeiro beijo, (quase) estremeci. E eu? Queria era me entregar de vez e que novamente tudo acontecesse de novo. Essa coisa de ”paixão à primeira vista”, entende?
Quanto aconteceu a primeira transa, (quase) enlouqueci. E eu? Queria era casar com você ali, naquele mesmo momento. Adotar alguns felinos e tomar vinho todos os dias. Sonhar, sabe? Não custa nada. Mas me custou, só por ter sonhado demais…
Mas sabe de uma coisa? Eu faria e viveria tudo outra vez.
Quanto aconteceu a primeira transa, (quase) enlouqueci. E eu? Queria era casar com você ali, naquele mesmo momento. Adotar alguns felinos e tomar vinho todos os dias. Sonhar, sabe? Não custa nada. Mas me custou, só por ter sonhado demais…
Mas sabe de uma coisa? Eu faria e viveria tudo outra vez.
Você ai, eu aqui.
Queria era poder atravessar a rua, tão nua e crua, e te encontrar do outro lado dela, me esperando com os braços abertos pra logo me abraçar, abraçar forte. Parecido com essa coisa que só costuma acontecer em filme, sabe? Mas por enquanto, só posso cogitar a ideia disso um dia vier acontecer, talvez cedo, talvez tarde. Mas ansiosamente espero pelo momento de poder vê-la. Talvez por pouco tempo, talvez por muito. O importante é que eu veja. Veja os olhos que tanto me encantam na fotografia. E que eu veja através desses mesmos olhos que me conquistaram, o que sente quando me vês.
É você ai, e eu aqui. Não sabemos o futuro disso que, hipoteticamente falando chamamos de pré-relacionamento. E acho que não estou sendo muito clara, mas eu gostaria de ser. Dizer que é grande a paixão que sinto por você. Dizer também, que se tivesse como comprar as estrelas ou o céu, eu compraria-os pra ti. Só pra ver você sorrir, só pra ver você realizada.
É você ai, e eu aqui. Não sabemos o futuro disso que, hipoteticamente falando chamamos de pré-relacionamento. E acho que não estou sendo muito clara, mas eu gostaria de ser. Dizer que é grande a paixão que sinto por você. Dizer também, que se tivesse como comprar as estrelas ou o céu, eu compraria-os pra ti. Só pra ver você sorrir, só pra ver você realizada.
Amor verdadeiro.
Quero fechar os olhos, pensar e te imaginar. Imaginar você aqui comigo. E sabe de mais? Quero uma vida com você, quero uma cama com o teu cheiro, quero um álbum com suas fotos. Quero é sentir aquela sensação de amar, amar você. Amar bem de perto. Não quero que seja assim. Longe de você, do seu abraço, do seu beijo, do seu carinho, do seu cheiro… Sabe o que é isso? É sentir vontade, é sentir desejo, é querer te sentir e não poder sentir. Seria bom não poder sentir isso de uma certa forma, mas acho que felizmente é hora de sentir. Sentir de novo o que chamam de amor. Amor verdadeiro, que me faz ficar trêmula, que me faz sentir uma ”dorzinha” boa no coração, que me faz suspirar, que me faz delirar, que me faz morrer de vontade, morrer de saudade.Uns dizem que devemos fugir dos nossos problemas, outros dizem que devemos solucioná-los… mas se você tivesse aqui, você seria a solução pra todos eles. Mas a solução não depende só de mim, por isso meu bem, vem logo ate aqui. Só o tempo vai dizer o que é melhor desse caminho que você trilhou com o meu, e o meu com o seu. Se é a melhor escolha, não sei, só sei que se isso for amor, não deixe que acabe, por favor…
Falta de coragem.
Com uma blusa amarela, de longe avistei ela. Tudo o que eu precisava, era de pelo menos um pouco de coragem. Ir ate ela e dizer tudo, tudo aquilo que me faz falta. Desde o abraço; o beijo; o cheiro; ate o olhar; o sorriso e aquele maldito orgulho que ajudou um pouco a acabar com tudo. Bom, a coragem faltou. E isso, de fato não me importou. Não como eu pensei que importaria…
Por que ainda sentir falta dela? Não sei. Eu gostaria de saber. E a única coisa que sei, é que essa falta só aumenta. E que a cada dia aumenta ainda mais. Não me corrói, mais no fundo, dói. E como dói, só por saber que em algum lugar nesse exato minuto, você deve esta rindo junto com um outro alguém, que no fundo não deve lhe amar como eu amei, como ainda amo. E como amo.
Sei que não deve pensar em mim mais com tanta frequência, muito menos em nós. Naquela coisa do amor surgir novamente e de uma vez por todas dar certo. Mas espero. Não dizem que a esperança é a última que morre? Pois então. Essa, de livre e espontânea vontade será a última a morrer.
Por que ainda sentir falta dela? Não sei. Eu gostaria de saber. E a única coisa que sei, é que essa falta só aumenta. E que a cada dia aumenta ainda mais. Não me corrói, mais no fundo, dói. E como dói, só por saber que em algum lugar nesse exato minuto, você deve esta rindo junto com um outro alguém, que no fundo não deve lhe amar como eu amei, como ainda amo. E como amo.
Sei que não deve pensar em mim mais com tanta frequência, muito menos em nós. Naquela coisa do amor surgir novamente e de uma vez por todas dar certo. Mas espero. Não dizem que a esperança é a última que morre? Pois então. Essa, de livre e espontânea vontade será a última a morrer.
Esqueça.
Não queria que você tivesse esquecido o teu casaco em cima da minha cama, você precisa voltar pra buscar e eu não quero te ver. Não hoje, não amanhã... Não queria que você tivesse esquecido de me amar durante esses dias que se passaram, você precisou explicar e eu não queria escutar. Não aquele dia, não aquele mês... Não queria que você tivesse esquecido de me dizer ''Boa noite querida'', você esqueceu e substituiu por um breve ''Adeus''. Não podia, não devia... Não queria que você tivesse esquecido o teu amor aqui comigo, você vai esquecer de buscá-lo e eu não vou levá-lo ate você. Não vou, não mesmo!
E meu amor, eu não quero que você continue a me amar, pois eu não posso mais te desejar e nem cogitar essa ideia. Nem hoje, nem amanhã, nem nunca mais... Portanto, me esqueça. E não se esqueça disso.
E meu amor, eu não quero que você continue a me amar, pois eu não posso mais te desejar e nem cogitar essa ideia. Nem hoje, nem amanhã, nem nunca mais... Portanto, me esqueça. E não se esqueça disso.
842 Km.
Ontem, de longe avistei teus olhos azuis passando. Brilhavam e me gritavam. Eu sonhava acordada e você me olhava calada.
No meu canto, sozinha eu amava teus cabelos, teus sorrisos, teus olhares, amava toda essa infinda beleza que ganhara da natureza.
Hoje, eu acordei em desgosto, percebi que você não esta tão perto como eu gostaria que estivesse. São aproximadamente 842 km longe de ti. Uma lástima.
No meu canto, novamente sozinha tomo meu café e agora não vejo mais você perto de mim. Pode alguém amar tanto assim?
Mais uma vez era você e meu café. Logo, mergulhei e me entreguei naqueles pensamentos que me fazem ficar mais próxima de você.
E amanhã, cadê você pra me amar?
No meu canto, sozinha eu amava teus cabelos, teus sorrisos, teus olhares, amava toda essa infinda beleza que ganhara da natureza.
Hoje, eu acordei em desgosto, percebi que você não esta tão perto como eu gostaria que estivesse. São aproximadamente 842 km longe de ti. Uma lástima.
No meu canto, novamente sozinha tomo meu café e agora não vejo mais você perto de mim. Pode alguém amar tanto assim?
Mais uma vez era você e meu café. Logo, mergulhei e me entreguei naqueles pensamentos que me fazem ficar mais próxima de você.
E amanhã, cadê você pra me amar?
terça-feira, 5 de abril de 2011
Sexo com amor, por favor!
23 horas.
― Quero entrar em você essa noite. E de hoje espero que não passe. – disse baixinho quando a beijei pela primeira vez naquela noite.
― Que entre. Quero mesmo que entre! – olhou profundo e disse convicta.
Comecei beijando tua face, depois somente a boca, logo beijei o pescoço. Então puxei-a para cama e fui tirando sua roupa, ela fazia o mesmo em mim.
― Você quer mesmo que eu continue? – sussurrei baixinho.
Não respondeu. O coração dela batia excitado e estava um pouco nervosa, mas não queria que parasse, eu via e sentia isso vindo dela. Portanto continuei…
― Me toca – ela pedia com determinação e estava disposta a deixar que rolasse de tudo.
Minhas mãos exploravam cada parte do seu corpo, eu descia cada vez mais. Parava no umbigo e voltava.
― Pára de me provocar! – quando disse isso, subi por cima dela e deixei-a imobilizada.
― Fica quieta…
― O que vai fazer? – disse num tom desafiador.
Então, coloquei minha boca nos seus seios e explorei-os.
― São lindos.
― Quer me deixar envergonhada? – ela sorrira.
― São tão lindos que já sinto prazer só de admirá-los.
― Não precisa só admirá-los…
Sem mais delongas, fui passando do umbigo vagarosamente.
― Posso?
Ela sorriu. Em seguida gritou baixinho de prazer quando minha língua quente e firme encontrou.
― Não pare, por favor… – ordenou com uma voz baixa.
Era muito prazer e cada minuto ali seria lembrando depois. Não sei por ela, mas por mim, com certeza seria…
Suas pernas se afastaram lentamente e eu beijava-a. Minhas mãos – pela primeira vez – penetraram profundamente. Ela sugava meus lábios e mordia meu pescoço lentamente.
― Não da pra respirar, muito menos pensar. – ela sorriu e suspirou.
― Não pense, respire. – continuei acariciando-a.
― Como você faz isso? – perguntou.
― Isso o que? – sorri.
― Esquece. – ela sorriu junto.
― É muito pra você?
Afundei-me dentro dela. Eu via o resultado do prazer em seu rosto. Era tão bonito.
― Gosto disso.
― Disso o que?
― Do prazer no seu rosto. – ela sorriu com uma imensa alegria e logo perguntou:
― Quanto você quer de mim?
― Quero assim mesmo, por inteira. – eu falava sério, muito sério.
Eu beijava seu pescoço e a invadia cada vez mais. Ela gemeu mais.
― Doeu?
― Não… Continue, continue por favor. – ela ficava cada vez mais extasiada e passado alguns minutos, ousou ficar por cima de mim e me acariciou, numa tentativa de me fazer sentir ainda mais prazer. Conseguiu. Depois, beijou e sugou meus seios com força, adorei sua atitude.
― Eu amo você! – disse ela, com os olhos mais lindos do mundo.
― Eu sei que ama. Com certeza ama.
― Como pode afirmar e ter certeza disso? – ela sorriu.
― Eu lhe conheço muito bem e sei que se não me amasse, não deixaria que eu tocasse em você como toquei.
― Amo você por conta disso também, tão compreensível. É lindo, é linda. – sorriu novamente. Então sorri de volta.
Fiquei observando o teu rosto e ela me olhava, e agora com olhos profundos de quem gostaria de descobrir alguma coisa que ninguém jamais havia ousado a descobrir.
― Por que esta parada me olhando? – perguntou ela.
― Você é linda, não quero que essa seja a última vez.
― Não vai ser.
― Como pode me garantir isso?
― Você foi a única pessoa que me proporcionou imenso prazer ate hoje e soube me respeitar. Gosto disso. Portanto quero que se repita.
― Obrigada por me fazer tão bem. – sorri.
― Agradeço pela mesma coisa. – sorriu de volta.
Uma relação linda. Fazíamos sexo com amor, não sexo sujo. De sujo, só o abajur daquele quarto de hotel.
― Sabe de uma coisa? – perguntei.
― Não, me conte – sorriu.
― Quero te amar pelo resto de minha vida.
Então, sem querer ela descobriu o que ninguém ousou a descobrir: amor eterno. Era isso que eu queria a partir daquele momento: um amor eterno.
― Quero entrar em você essa noite. E de hoje espero que não passe. – disse baixinho quando a beijei pela primeira vez naquela noite.
― Que entre. Quero mesmo que entre! – olhou profundo e disse convicta.
Comecei beijando tua face, depois somente a boca, logo beijei o pescoço. Então puxei-a para cama e fui tirando sua roupa, ela fazia o mesmo em mim.
― Você quer mesmo que eu continue? – sussurrei baixinho.
Não respondeu. O coração dela batia excitado e estava um pouco nervosa, mas não queria que parasse, eu via e sentia isso vindo dela. Portanto continuei…
― Me toca – ela pedia com determinação e estava disposta a deixar que rolasse de tudo.
Minhas mãos exploravam cada parte do seu corpo, eu descia cada vez mais. Parava no umbigo e voltava.
― Pára de me provocar! – quando disse isso, subi por cima dela e deixei-a imobilizada.
― Fica quieta…
― O que vai fazer? – disse num tom desafiador.
Então, coloquei minha boca nos seus seios e explorei-os.
― São lindos.
― Quer me deixar envergonhada? – ela sorrira.
― São tão lindos que já sinto prazer só de admirá-los.
― Não precisa só admirá-los…
Sem mais delongas, fui passando do umbigo vagarosamente.
― Posso?
Ela sorriu. Em seguida gritou baixinho de prazer quando minha língua quente e firme encontrou.
― Não pare, por favor… – ordenou com uma voz baixa.
Era muito prazer e cada minuto ali seria lembrando depois. Não sei por ela, mas por mim, com certeza seria…
Suas pernas se afastaram lentamente e eu beijava-a. Minhas mãos – pela primeira vez – penetraram profundamente. Ela sugava meus lábios e mordia meu pescoço lentamente.
― Não da pra respirar, muito menos pensar. – ela sorriu e suspirou.
― Não pense, respire. – continuei acariciando-a.
― Como você faz isso? – perguntou.
― Isso o que? – sorri.
― Esquece. – ela sorriu junto.
― É muito pra você?
Afundei-me dentro dela. Eu via o resultado do prazer em seu rosto. Era tão bonito.
― Gosto disso.
― Disso o que?
― Do prazer no seu rosto. – ela sorriu com uma imensa alegria e logo perguntou:
― Quanto você quer de mim?
― Quero assim mesmo, por inteira. – eu falava sério, muito sério.
Eu beijava seu pescoço e a invadia cada vez mais. Ela gemeu mais.
― Doeu?
― Não… Continue, continue por favor. – ela ficava cada vez mais extasiada e passado alguns minutos, ousou ficar por cima de mim e me acariciou, numa tentativa de me fazer sentir ainda mais prazer. Conseguiu. Depois, beijou e sugou meus seios com força, adorei sua atitude.
― Eu amo você! – disse ela, com os olhos mais lindos do mundo.
― Eu sei que ama. Com certeza ama.
― Como pode afirmar e ter certeza disso? – ela sorriu.
― Eu lhe conheço muito bem e sei que se não me amasse, não deixaria que eu tocasse em você como toquei.
― Amo você por conta disso também, tão compreensível. É lindo, é linda. – sorriu novamente. Então sorri de volta.
Fiquei observando o teu rosto e ela me olhava, e agora com olhos profundos de quem gostaria de descobrir alguma coisa que ninguém jamais havia ousado a descobrir.
― Por que esta parada me olhando? – perguntou ela.
― Você é linda, não quero que essa seja a última vez.
― Não vai ser.
― Como pode me garantir isso?
― Você foi a única pessoa que me proporcionou imenso prazer ate hoje e soube me respeitar. Gosto disso. Portanto quero que se repita.
― Obrigada por me fazer tão bem. – sorri.
― Agradeço pela mesma coisa. – sorriu de volta.
Uma relação linda. Fazíamos sexo com amor, não sexo sujo. De sujo, só o abajur daquele quarto de hotel.
― Sabe de uma coisa? – perguntei.
― Não, me conte – sorriu.
― Quero te amar pelo resto de minha vida.
Então, sem querer ela descobriu o que ninguém ousou a descobrir: amor eterno. Era isso que eu queria a partir daquele momento: um amor eterno.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Entra e senta.
Entra e toma um café. Senta e diga o que quiser. Só não inventa e me diga o que lhe atormenta.
Não se vá. Se for, me espere lá... É que depois preciso explicar: que no momento, sem você não dá.
Não se vá. Se for, me espere lá... É que depois preciso explicar: que no momento, sem você não dá.
De mim.
Das coisas que cumpri. Das juras que prometi. Dos problemas que resolvi. Das histórias que menti. Dos contos que li. Das ilusões que vivi. Dos dramas que sobrevivi. Das tardes que dormi. Dos olhares que vi. Das guerras que venci. Dos ventos que senti. Das vezes que quase morri.
— E sabe o que me trouxe aqui? O mesmo que trouxe você ate a mim.
— E sabe o que me trouxe aqui? O mesmo que trouxe você ate a mim.
Infinda beleza de Jobim.
O relógio acabara de marcar 06:06. Adoro quando isso acontece e não custa cogitar a ideia de que alguém em algum lugar do mundo esteja pensando em mim. E o que quase nunca acontece. E se acontece, que eu saiba, nunca é ela.
Será que ela vem hoje? Espero que sim. Mas se não vim, enfim...
Preciso ver os olhos dela. E mais que isso? Escutar a doce voz. Mais que isso? Admirar a infinda beleza.
''Bom dia!'' Ela acabara de sorrir. É lindo o sorriso. E mais bonito, é o sorriso acompanhado ao som da voz dizendo o tal ''bom dia''.
Que bom que meus dias nunca mais foram os mesmo, depois que conheci a querida Jobim...
Será que ela vem hoje? Espero que sim. Mas se não vim, enfim...
Preciso ver os olhos dela. E mais que isso? Escutar a doce voz. Mais que isso? Admirar a infinda beleza.
''Bom dia!'' Ela acabara de sorrir. É lindo o sorriso. E mais bonito, é o sorriso acompanhado ao som da voz dizendo o tal ''bom dia''.
Que bom que meus dias nunca mais foram os mesmo, depois que conheci a querida Jobim...
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Ligar, falar, marcar, viajar, amar. Ar!
”Eu amo; quero; preciso de você. Mais do que tudo! E por favor, deixa isso acontecer. Não se afaste de mim e me espera. Eu vou ate você se precisar, não tenho paciência, você sabe disso e por isso não vou esperar que você venha ate a mim. E você também sabe, que não sou disso: de esperar. Então, eu vou. Vou logo. Me espera, pois estou indo te amar…”
Era o que eu tinha em mente quando acordei. Então pensei. Pensei mais. Chorei. Não posso ir hoje. Por mais que eu quisesse. Então não disse nada e não fui. Por medo e por não ter tempo. Hoje eu preciso fazer muita coisa que não dá tempo de ligar, e falar, e marcar, e viajar, e amar…
Ansiosa, fui viver a minha vida. A dela? Ela vive a dela longe de mim, me esperando ligar, e falar, e marcar, e viajar, e amar…
Era o que eu tinha em mente quando acordei. Então pensei. Pensei mais. Chorei. Não posso ir hoje. Por mais que eu quisesse. Então não disse nada e não fui. Por medo e por não ter tempo. Hoje eu preciso fazer muita coisa que não dá tempo de ligar, e falar, e marcar, e viajar, e amar…
Ansiosa, fui viver a minha vida. A dela? Ela vive a dela longe de mim, me esperando ligar, e falar, e marcar, e viajar, e amar…
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Borboleta Beatriz.
Como sorrir não custa caro pra ela, então sorri sem cobranças. Sorri e cada sorriso mora em minha lembrança. Faz isso com muito gosto. Bom, é o que parece pra mim, e tal sorriso mágico me faz um bem nesses dias de solidão, onde costuma dar um aperto no coração…
Quando morrer, desejo que se transforme na mais linda borboleta do paraíso (e que tenha vida infinita) e se isso realmente vier acontecer, que não se esqueça de me visitar ao menos uma vez no ano. Onde quer que eu esteja, onde quer que eu permaneça.
P.s.: atende pelo nome de Beatriz e encontra felicidade na simplicidade da vida, das cores e das diversas flores.
- Ó borboleta Beatriz, que a estrada trate de levá-la a lugares lindos e magníficos…
Para minha (antiga) professora de português.
Quando morrer, desejo que se transforme na mais linda borboleta do paraíso (e que tenha vida infinita) e se isso realmente vier acontecer, que não se esqueça de me visitar ao menos uma vez no ano. Onde quer que eu esteja, onde quer que eu permaneça.
P.s.: atende pelo nome de Beatriz e encontra felicidade na simplicidade da vida, das cores e das diversas flores.
- Ó borboleta Beatriz, que a estrada trate de levá-la a lugares lindos e magníficos…
Para minha (antiga) professora de português.
Miniconto de uma vida perdida.
Nasceu pra morrer. E tem de morrer. E vai morrer. Porque tem de ser assim e assim vai ser.
Logo então, morrera a pequena criatura que pra sempre vivera perdida.
Logo então, morrera a pequena criatura que pra sempre vivera perdida.
Foi assim, acabou assim.
Eu sei. Sei que quando você chegava vinha logo (quase correndo) me abraçar. E tudo, tudo mesmo, ficava sempre melhor. Você conseguia fazer isso muito bem: me deixava feliz e fazia com que as coisas voltassem automaticamente pro seu devido lugar. Mesmo quando eu estava naqueles dias infernais, lembra?
Eu sei. Sei que quando você chegava sempre lembrava de falar que me amava. E tudo, tudo mesmo, estremecia. Daquele jeito, que só você fazia acontecer. Mesmo quando não queria que isso acontecesse. Quase nunca (na verdade) era proposital, não é?
Eu sei. Sei que quando você chegava tratava de me beijar. E tudo, tudo mesmo, se transformava em uma linda melodia. Como naquele dia, em que me apaixonei por você. Como naquele dia, em que me estranhei por achar que tudo era só mais uma pequena e perfeita história de amor. E foi. Se foi. Como foi? Foi assim.
E acabou. Se acabou. Como acabou? Acabou assim.
Eu sei. Sei que quando você chegava sempre lembrava de falar que me amava. E tudo, tudo mesmo, estremecia. Daquele jeito, que só você fazia acontecer. Mesmo quando não queria que isso acontecesse. Quase nunca (na verdade) era proposital, não é?
Eu sei. Sei que quando você chegava tratava de me beijar. E tudo, tudo mesmo, se transformava em uma linda melodia. Como naquele dia, em que me apaixonei por você. Como naquele dia, em que me estranhei por achar que tudo era só mais uma pequena e perfeita história de amor. E foi. Se foi. Como foi? Foi assim.
E acabou. Se acabou. Como acabou? Acabou assim.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Eu (não) te amo.
Não existe motivo nenhum que explique isso. Isso de sentir atração por você. Porque eu não te amo, mas daria de um tudo pra jamais te perder. E quer saber de mais? Pois digo, digo que não vai sair da minha vida (tão cedo). Azar ou sorte sua, viu?
Não devo ser o tipo de pessoa que faz seu coração bater mais rápido. E isso em suma, não me importa. Na verdade, só um pouco, pois ficaria feliz em saber disso. E quer saber de mais? Pois digo, digo que sua companhia sempre será bem vinda (em minha vida).
Não quero ter que explicar muita coisa a respeito de você, de mim, de nós. Então que só fique claro essa coisa de querer você, talvez mais do que o necessário. E quer saber de mais? Pois digo, digo que é mentira quando disse ''eu não te amo''. Eu te amo sim.
Ps.: Não me deixa sozinha e não me deixe fugir de você.
Não devo ser o tipo de pessoa que faz seu coração bater mais rápido. E isso em suma, não me importa. Na verdade, só um pouco, pois ficaria feliz em saber disso. E quer saber de mais? Pois digo, digo que sua companhia sempre será bem vinda (em minha vida).
Não quero ter que explicar muita coisa a respeito de você, de mim, de nós. Então que só fique claro essa coisa de querer você, talvez mais do que o necessário. E quer saber de mais? Pois digo, digo que é mentira quando disse ''eu não te amo''. Eu te amo sim.
Ps.: Não me deixa sozinha e não me deixe fugir de você.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Tudo que só cresce dentro de mim.
Não tem os olhos mais bonitos, nem a voz mais doce e não tem muita postura. O que pouco me importa. Pois ate gosto daqueles olhos, daquela voz e de quando perde (o que quase sempre acontece) a postura.
Eu não evito e nem deixo de alimentar a tal ideia de querer beijá-la, sentir a boca pequena encostar na minha. O que talvez, provavelmente vai demorar acontecer, ou o que talvez nunca, nunca aconteça.
Ela mal sabe, mas adoro sua companhia, adoro suas brincadeiras, adoro quando me olha, adoro seu jeito de dizer que sou dela (mesmo que não seja). E por conta disso e muitos outros motivos, deixo a tal ideia de te beijá-la. O que logo, se torna somente mais um devaneio pra mim.
Eu vou, vou permanecer bem aqui. Mesmo que não queira, mesmo que não ajude alimentar esse tal sentimento que só cresce dentro de mim. Que pra você, talvez vez ainda esteja pra vim.
Eu não evito e nem deixo de alimentar a tal ideia de querer beijá-la, sentir a boca pequena encostar na minha. O que talvez, provavelmente vai demorar acontecer, ou o que talvez nunca, nunca aconteça.
Ela mal sabe, mas adoro sua companhia, adoro suas brincadeiras, adoro quando me olha, adoro seu jeito de dizer que sou dela (mesmo que não seja). E por conta disso e muitos outros motivos, deixo a tal ideia de te beijá-la. O que logo, se torna somente mais um devaneio pra mim.
Eu vou, vou permanecer bem aqui. Mesmo que não queira, mesmo que não ajude alimentar esse tal sentimento que só cresce dentro de mim. Que pra você, talvez vez ainda esteja pra vim.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Insônia.
Já deve ser três horas da manhã. Essa insônia, adora me pegar de surpresa, incrível… Olhei para estrelas, olhei pra lua, olhei pra rua, olhei pro nada. Pensei nas estrelas, pensei na lua, pensei na rua, pensei em nada.
Logo deitei e surtei: quanto pensamento veio de repente. Pensava em tudo: coração, sorvete, solidão, arco íris, árvores, golfinhos, e um monte de outra coisas. Muitas sem sentido. Outras, nem tanto.
― Você bem que podia parar de pensar um pouco e vir ate aqui conversar comigo, não acha?
― Como? - olhei pro lado e pro outro e não vi ninguém, logo veio novamente a voz da janela.
― Venha ate aqui.
― Quem é você? E porque esta ai, do lado de fora da minha janela?
― Estou aqui porque você ainda não me convidou pra entrar… - ela olhou pra mim com uns olhos obscuros, mas em seguida mudou-os.
Fiquei ainda mais pensativa depois disso, sem entender absolutamente nada.
― Me ajuda a pular… - sai da cama e fui ajudá-la.
Ela deitou sobre minha cama e ficou me olhando. Eu, ainda pensativa e parada perto da janela, logo sentei na cama, e…
― Ah, me desculpa. - ergueu a mão ― Sou Sara, muito prazer. - ergui a mão e cumprimentei-a.
― Bom, meu nome é Andréia.
― Que nome bonito. - ela me olhou e olhou pro outro lado da cama ― Deita perto de mim… - achei estranho o convite de deitar na minha própria cama. Não deitei.
― Desculpa, mas quem é você? Qual sua idade? De onde veio? Porque esta aqui? E o que quer de mim?
― Já disse, sou Sara. Tenho dezessete anos, vim de São Paulo e agora sou sua vizinha. Bom, o que quero de você ainda não sei. - ela sorriu e novamente pediu: ― Deita aqui, perto de mim. E me fale sobre você agora.
Deitei e não disse nada, fiquei olhando pro teto.
― Então…
― O que?
― Me diga.
― Dizer o que?
― Nossa, você é muito pensativa assim mesmo ou então é lerda. - ela riu.
― Quer saber o que sobre mim?
― Idade, curiosidades, interesses, gostos, preferências…
― Mas pra quê?
― Sou sua vizinha agora, você me deve explicações a seu respeito.
― Você é que me deve explicações, não acha Sara?
― Depois você pergunta o que quiser, Andréia. - me olhou e fez cara de quem estava esperando.
― Ok. Então, tenho dezessete anos também. Tenho curiosidade de voar, mesmo que seja de pará-quedas. Gostos? Bom, musicalmente falando? - sorri, pela primeira vez.
― É, também.
― Gosto muito de Indie, Folk e Hardcore…
― E as preferências…
― Prefiro rosas amarelas do que vermelhas. - ela riu e me olhou, logo perguntou:
― Acredita em amor a primeira vista?
― Não. - fui bem direta na resposta.
― Quer saber mais de mim agora? Pergunte.
― Então, porque veio justamente pra cá, a essa hora?
― Estava dando uma volta e passei aqui por perto, vi sua janela aberta e decidi olhar.
― Isso é invasão de privacidade, garota! - sorri.
― Sei que é. - ela sorriu junto.
― E porque a curiosidade de vim falar comigo?
― Senti alguma coisa de diferente quando olhei pra você.
― Como assim?
― Ué, nunca sentiu nada de diferente quando olhou pra outra pessoa que não conhecesse?
― Já, mas…
― Pois então, foi basicamente isso.
― Ah, mas…
― Chega. Vamos mudar de assunto.
― Tudo bem então.
Ficamos em silêncio por três minutos, então ela se levantou e disse que iria embora.
― Não! Fica mais um pouco.
― Porque eu deveria?
― Não sei, senti o mesmo que você quando entrou pela janela e agora essa mesma coisa esta pedindo pra você não ir embora, não agora…
― Sentiu a mesma coisa?
― É, mas não quero falar disso agora. Tudo bem pra você?
― Esta bem. - ela sorriu e deitou novamente e pediu: ― Me abraça?
― Como? - ela não respondeu e me abraçou, porque sacou que entendi muito bem a pergunta.
Ficamos abraçadas por um tempo e ela começou a dizer um monte de coisas sobre estrelas, mar, família, Deus e ate sobre peixes.
― Você é interessante. - disse, olhando fixamente nos olhos dela.
― Você não esta apaixonada por mim não, esta?
― Mesmo que eu estivesse não falaria.
― E porque não me dar essa dádiva?
― Porque, por um acaso é recíproco?
― Só disse por dizer.
―Ala, você também esta. - dei um sorriso tímido e abracei ela mais forte, por um motivo de coração que não entendo muito bem.
Novamente ficamos em silêncio, mas dessa vez por cinco minutos. Quando depois, ela quebrou o silêncio.
― Você disse que não acredita em amor a primeira vista, não é?
― Não acreditava ate me dar conta de que você foi o meu primeiro ”amor a primeira vista”…
― Ahhhhhhhh, que fofo da sua parte.
― Não é fofo, é somente uma verdade.
― Pois é, foi isso que acabou de acontecer hoje.
― Nossa, hoje é terça feira ainda e tenho somente dezessete anos pra viver isso, essa coisa de amor a primeira vista. - me larguei do abraço dela e fiquei pensando em sonho.
― Não escolhemos quando vamos passar por momentos como esse, não acha?
― Oi? - não escutei o que ela havia dito.
― Andréia, preciso ir.
― Não, não vai…
― Preciso ir mesmo, adorei ter conhecido você e não posso ficar mais. - ela me beijou no canto da boca e foi-se. Pulou a janela e partiu me deixando sem palavras.
No outro dia, sabendo se era ou não um sonho, acordei feliz. Minha mãe me chamou e disse:
― Andréia, vem ate aqui, temos visitas. - desci as escadas, numa tremenda curiosidade. Coisa que nunca fui de ter.
Tomei um baita susto, era Sara ao lado de uma mulher, que parecia ser sua mãe. E numa espécie de déjà vu tudo veio à tona.
― Essa é Sara, Andréia e sua mãe Marta. - Sara me olhou e sorriu.
― Prazer Andréia. - estendeu a mão e respondi com um toque.
― Pra-prazer Sara. - tive uma espécie de gagueira momentânea.
― O que foi Andréia? Parece que viu um fantasma. - Sara sorriu de novo, sorriu ainda mais agora.
Será que eu sonhei ou o que aconteceu realmente foi verdade?
― Já nos conhecemos?
― Acho que não. - e novamente sorriu. E porque tantos sorrisos nascendo no rosto dela? Não podia ser sonho…
Logo Sara foi embora, logo me perguntei de novo: Será que eu sonhei ou o que aconteceu realmente foi verdade?
Logo deitei e surtei: quanto pensamento veio de repente. Pensava em tudo: coração, sorvete, solidão, arco íris, árvores, golfinhos, e um monte de outra coisas. Muitas sem sentido. Outras, nem tanto.
― Você bem que podia parar de pensar um pouco e vir ate aqui conversar comigo, não acha?
― Como? - olhei pro lado e pro outro e não vi ninguém, logo veio novamente a voz da janela.
― Venha ate aqui.
― Quem é você? E porque esta ai, do lado de fora da minha janela?
― Estou aqui porque você ainda não me convidou pra entrar… - ela olhou pra mim com uns olhos obscuros, mas em seguida mudou-os.
Fiquei ainda mais pensativa depois disso, sem entender absolutamente nada.
― Me ajuda a pular… - sai da cama e fui ajudá-la.
Ela deitou sobre minha cama e ficou me olhando. Eu, ainda pensativa e parada perto da janela, logo sentei na cama, e…
― Ah, me desculpa. - ergueu a mão ― Sou Sara, muito prazer. - ergui a mão e cumprimentei-a.
― Bom, meu nome é Andréia.
― Que nome bonito. - ela me olhou e olhou pro outro lado da cama ― Deita perto de mim… - achei estranho o convite de deitar na minha própria cama. Não deitei.
― Desculpa, mas quem é você? Qual sua idade? De onde veio? Porque esta aqui? E o que quer de mim?
― Já disse, sou Sara. Tenho dezessete anos, vim de São Paulo e agora sou sua vizinha. Bom, o que quero de você ainda não sei. - ela sorriu e novamente pediu: ― Deita aqui, perto de mim. E me fale sobre você agora.
Deitei e não disse nada, fiquei olhando pro teto.
― Então…
― O que?
― Me diga.
― Dizer o que?
― Nossa, você é muito pensativa assim mesmo ou então é lerda. - ela riu.
― Quer saber o que sobre mim?
― Idade, curiosidades, interesses, gostos, preferências…
― Mas pra quê?
― Sou sua vizinha agora, você me deve explicações a seu respeito.
― Você é que me deve explicações, não acha Sara?
― Depois você pergunta o que quiser, Andréia. - me olhou e fez cara de quem estava esperando.
― Ok. Então, tenho dezessete anos também. Tenho curiosidade de voar, mesmo que seja de pará-quedas. Gostos? Bom, musicalmente falando? - sorri, pela primeira vez.
― É, também.
― Gosto muito de Indie, Folk e Hardcore…
― E as preferências…
― Prefiro rosas amarelas do que vermelhas. - ela riu e me olhou, logo perguntou:
― Acredita em amor a primeira vista?
― Não. - fui bem direta na resposta.
― Quer saber mais de mim agora? Pergunte.
― Então, porque veio justamente pra cá, a essa hora?
― Estava dando uma volta e passei aqui por perto, vi sua janela aberta e decidi olhar.
― Isso é invasão de privacidade, garota! - sorri.
― Sei que é. - ela sorriu junto.
― E porque a curiosidade de vim falar comigo?
― Senti alguma coisa de diferente quando olhei pra você.
― Como assim?
― Ué, nunca sentiu nada de diferente quando olhou pra outra pessoa que não conhecesse?
― Já, mas…
― Pois então, foi basicamente isso.
― Ah, mas…
― Chega. Vamos mudar de assunto.
― Tudo bem então.
Ficamos em silêncio por três minutos, então ela se levantou e disse que iria embora.
― Não! Fica mais um pouco.
― Porque eu deveria?
― Não sei, senti o mesmo que você quando entrou pela janela e agora essa mesma coisa esta pedindo pra você não ir embora, não agora…
― Sentiu a mesma coisa?
― É, mas não quero falar disso agora. Tudo bem pra você?
― Esta bem. - ela sorriu e deitou novamente e pediu: ― Me abraça?
― Como? - ela não respondeu e me abraçou, porque sacou que entendi muito bem a pergunta.
Ficamos abraçadas por um tempo e ela começou a dizer um monte de coisas sobre estrelas, mar, família, Deus e ate sobre peixes.
― Você é interessante. - disse, olhando fixamente nos olhos dela.
― Você não esta apaixonada por mim não, esta?
― Mesmo que eu estivesse não falaria.
― E porque não me dar essa dádiva?
― Porque, por um acaso é recíproco?
― Só disse por dizer.
―Ala, você também esta. - dei um sorriso tímido e abracei ela mais forte, por um motivo de coração que não entendo muito bem.
Novamente ficamos em silêncio, mas dessa vez por cinco minutos. Quando depois, ela quebrou o silêncio.
― Você disse que não acredita em amor a primeira vista, não é?
― Não acreditava ate me dar conta de que você foi o meu primeiro ”amor a primeira vista”…
― Ahhhhhhhh, que fofo da sua parte.
― Não é fofo, é somente uma verdade.
― Pois é, foi isso que acabou de acontecer hoje.
― Nossa, hoje é terça feira ainda e tenho somente dezessete anos pra viver isso, essa coisa de amor a primeira vista. - me larguei do abraço dela e fiquei pensando em sonho.
― Não escolhemos quando vamos passar por momentos como esse, não acha?
― Oi? - não escutei o que ela havia dito.
― Andréia, preciso ir.
― Não, não vai…
― Preciso ir mesmo, adorei ter conhecido você e não posso ficar mais. - ela me beijou no canto da boca e foi-se. Pulou a janela e partiu me deixando sem palavras.
No outro dia, sabendo se era ou não um sonho, acordei feliz. Minha mãe me chamou e disse:
― Andréia, vem ate aqui, temos visitas. - desci as escadas, numa tremenda curiosidade. Coisa que nunca fui de ter.
Tomei um baita susto, era Sara ao lado de uma mulher, que parecia ser sua mãe. E numa espécie de déjà vu tudo veio à tona.
― Essa é Sara, Andréia e sua mãe Marta. - Sara me olhou e sorriu.
― Prazer Andréia. - estendeu a mão e respondi com um toque.
― Pra-prazer Sara. - tive uma espécie de gagueira momentânea.
― O que foi Andréia? Parece que viu um fantasma. - Sara sorriu de novo, sorriu ainda mais agora.
Será que eu sonhei ou o que aconteceu realmente foi verdade?
― Já nos conhecemos?
― Acho que não. - e novamente sorriu. E porque tantos sorrisos nascendo no rosto dela? Não podia ser sonho…
Logo Sara foi embora, logo me perguntei de novo: Será que eu sonhei ou o que aconteceu realmente foi verdade?
Minha eterna querida.
O meu amor por você, as pessoas nunca entenderam, acho que nem você entendia. E nem eu, se quer mesmo saber... Sofria, quase morria. Justamente por aquele amor imaturo e nada seguro. Chegava a ter medo, o que não era normal. Nem pra mim, nem pra ninguém. E não precisa também. Sabia lidar com aquele medo. Aquele medo de te ver passar por mim e não fazer nada a respeito, de não querer te perder, de ter esperado por você (e você nunca ter chegado). Eram esses medos (e muitos outros) que atrapalharam a minha necessidade de você e a sua necessidade de mim. Tentei parar, e você bem que soube disso e não fez nada a respeito. Eu pedia ate desculpas, lembra? Você não entendia porque eu não conseguia parar. E mesmo hoje, não entenderia.
Se eu pudesse, teria feito você a pessoa mais feliz do mundo. Sem cobranças, porque eu não ligaria se fosse recíproco, se você também não me fizesse ''A MAIS FELIZ DO MUNDO''. Eu sim queria isso. Não cabia você a querer. E não queira, mesmo hoje. Nunca queira... Bem que tentamos, não é?
Pena, foi ter que te ver partir sem dizer uma palavra, a não ser: ADEUS. O que realmente doeu. E ainda dói no fundo. Como dói, viu? Espero que não doa em você, porque sabes que quero vê-la feliz. Muito feliz. Que se exista outro alguém na tua vida, que esse alguém lhe dê tudo que não pude dar. E que esse mesmo alguém não tenha medos, como eu tive aos montes... Ah, e se ainda pensa em mim, não devia. Não penso em você mais. Na verdade, penso sim. Não com frequencia, mas infelizmente ainda penso.
Olha, só decidi escrever isso, não pra recordar de tudo, só escrevi com o propósito de arquivar em poucas linhas o quanto foi difícil pra mim depois da tua partida. Porém, não é mais. O que é bom. Muito bom.
Oh, agora vou caminhar, depois eu volto. E já esqueço disso tudo e um pouco mais de você, minha querida. Breve e eterna querida...
P.s.: Também choro. Choro por você não mais existir pra mim.
Se eu pudesse, teria feito você a pessoa mais feliz do mundo. Sem cobranças, porque eu não ligaria se fosse recíproco, se você também não me fizesse ''A MAIS FELIZ DO MUNDO''. Eu sim queria isso. Não cabia você a querer. E não queira, mesmo hoje. Nunca queira... Bem que tentamos, não é?
Pena, foi ter que te ver partir sem dizer uma palavra, a não ser: ADEUS. O que realmente doeu. E ainda dói no fundo. Como dói, viu? Espero que não doa em você, porque sabes que quero vê-la feliz. Muito feliz. Que se exista outro alguém na tua vida, que esse alguém lhe dê tudo que não pude dar. E que esse mesmo alguém não tenha medos, como eu tive aos montes... Ah, e se ainda pensa em mim, não devia. Não penso em você mais. Na verdade, penso sim. Não com frequencia, mas infelizmente ainda penso.
Olha, só decidi escrever isso, não pra recordar de tudo, só escrevi com o propósito de arquivar em poucas linhas o quanto foi difícil pra mim depois da tua partida. Porém, não é mais. O que é bom. Muito bom.
Oh, agora vou caminhar, depois eu volto. E já esqueço disso tudo e um pouco mais de você, minha querida. Breve e eterna querida...
P.s.: Também choro. Choro por você não mais existir pra mim.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Devaneio(s).
Fecho meus olhos e numa espécie de devaneio me surge uma imensa vontade de voltar lá na minha infância. Meus 11 anos de idade, onde eu imaginava tudo e tudo era tão inocente pra mim… Logo no mesmo instante, num outro devaneio, desejo envelhecer. Envelhecer pelo menos 7 anos. Só por vontade de saborear a vida com um novo aspecto, maduro e talvez seguro.
Criança ou não, adulta ou não, sempre tenho vontade de voar e esse seria outro devaneio. Voar, quem não gostaria de voar? Seja num balão, ou num avião, ou num sonho, por milagre divino ou não. Quem não gostaria?
Esses devaneios me perseguem e não existe nada que me faça parar com isso. Tenho-os e não entendo ao certo porque, me disseram uma vez que sou muito ”sonhadora”, que deveria parar de imaginar essas coisas estranhas e viver a realidade…
Mas que graça teria morrer amanhã, sem ter voado (ao menos) uma única vez na vida?
Criança ou não, adulta ou não, sempre tenho vontade de voar e esse seria outro devaneio. Voar, quem não gostaria de voar? Seja num balão, ou num avião, ou num sonho, por milagre divino ou não. Quem não gostaria?
Esses devaneios me perseguem e não existe nada que me faça parar com isso. Tenho-os e não entendo ao certo porque, me disseram uma vez que sou muito ”sonhadora”, que deveria parar de imaginar essas coisas estranhas e viver a realidade…
Mas que graça teria morrer amanhã, sem ter voado (ao menos) uma única vez na vida?
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
11º andar.
Já havia passado de 14 horas. Eu não sabia se ia ou se voltava pra casa, sem conferir a presença dela. Depois de muitas perguntas martelando minha cabeça, um cigarro leve e uma tremenda ansiedade corroendo-me: fui arriscar! Enchi-me de esperança dentro do peito, torcendo pra que esse fosse mais um encontro com total êxito.
Disse que o 11º andar (nas escadas) seria o destino do dia. E foi...
(Meu Deus, ela veio)
― Nossa, estou aqui a um tempo já. - disse ela me dando um forte abraço e me entregando em seguida um rosa vermelha ― Toma, é pra você.
― Ah, valeu... Caramba, você veio mesmo (risos).
― Eu disse que viria (risos).
(Meu coração já batia muito forte naquele momento e bateria muito mais depois que viesse o primeiro beijo, o segundo, o terceiro...)
― Só pensei que não viria, calma (risos).
Conversamos muito, na verdade, falei bem pouco. Ela falava sem parava, não dava chance de ficarmos em silêncio por mais de três minutos.
Decidi arriscar, pedi um beijo. Ela me deu. Nos beijamos na escada do prédio, onde a luz ''histérica'' apagava e acendia ''loucamente''.
Ela ainda me amava, disso eu tinha (não sei se ainda posso dizer que tenho) certeza. Dava pra ver dentro dos lindos negros e brilhantes (como diamantes) da menina, que tinha o orgulho do tamanho do mundo e o coração um pouco maior do que a minha solidão.
Não levo muito fé nessa coisa de destino, mas o (destino) dela ainda vai cruzar com o meu por mais uns bons anos...
Disse que o 11º andar (nas escadas) seria o destino do dia. E foi...
(Meu Deus, ela veio)
― Nossa, estou aqui a um tempo já. - disse ela me dando um forte abraço e me entregando em seguida um rosa vermelha ― Toma, é pra você.
― Ah, valeu... Caramba, você veio mesmo (risos).
― Eu disse que viria (risos).
(Meu coração já batia muito forte naquele momento e bateria muito mais depois que viesse o primeiro beijo, o segundo, o terceiro...)
― Só pensei que não viria, calma (risos).
Conversamos muito, na verdade, falei bem pouco. Ela falava sem parava, não dava chance de ficarmos em silêncio por mais de três minutos.
Decidi arriscar, pedi um beijo. Ela me deu. Nos beijamos na escada do prédio, onde a luz ''histérica'' apagava e acendia ''loucamente''.
Ela ainda me amava, disso eu tinha (não sei se ainda posso dizer que tenho) certeza. Dava pra ver dentro dos lindos negros e brilhantes (como diamantes) da menina, que tinha o orgulho do tamanho do mundo e o coração um pouco maior do que a minha solidão.
Não levo muito fé nessa coisa de destino, mas o (destino) dela ainda vai cruzar com o meu por mais uns bons anos...
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Você acorda e percebe que morreu.
Você acorda e sente vontade de fugir. Logo foge. Logo volta. Volta, porque sabe que não pode viver o tal ''conto de fadas'' que tanto falavam pra você. E também deve voltar pelo fato de ter esquecido as velhas coisas que ficaram no porão...
Você acorda e sente a mesma vontade de fugir. Logo não foge. Logo se arrepende por isso. Se arrepende porque queria ter feito o que te faz bem: fugir. É isso que acontece todos os dias, você vive fugindo de todos e de tudo. Muitas pessoas entende que é pessoal. É coisa que só você entende. O problema é que a maioria das pessoas entende que isso é orgulho e medo. O que na verdade não é e (quase) nunca foi. É pessoal, só isso.
Você novamente acorda e decidi fugir. Logo, novamente você foge. Logo, não volta. Não volta porque hoje finalmente é o dia de viver o tal ''conto de fadas'', mas sem príncipe e sem final (não muito) feliz. Decidi viver longe de todos e tudo que era supérfluo... Você já sabe que a parte boa da vida, é achar que se pode achar graça em tudo o que quiser, e isso você já sabe muito bem. Também sabe que pensar positivo pode até realizar os sonhos mais impossíveis. E o que mais gosta é a espécie de devaneio que vive. E como vive!
E um dia você acorda e percebe que morreu. Morreu em vida, que é a pior morte de todas, porém não se queixa disso, sabe que já viveu o que queria ter vivido. Se arrepende apenas das vezes que quis fugir e não fugiu. Daqui a uns dias, você sabe que vai morrer. Não se importa. Chegou a hora. O único problema é que ninguém vem te visitar, não telefona e não manda flores. Você vive longe de tudo e de todos, e infelizmente não pode esperar por nada. Porque um dia fugiu. E não voltou.
Você acorda e sente a mesma vontade de fugir. Logo não foge. Logo se arrepende por isso. Se arrepende porque queria ter feito o que te faz bem: fugir. É isso que acontece todos os dias, você vive fugindo de todos e de tudo. Muitas pessoas entende que é pessoal. É coisa que só você entende. O problema é que a maioria das pessoas entende que isso é orgulho e medo. O que na verdade não é e (quase) nunca foi. É pessoal, só isso.
Você novamente acorda e decidi fugir. Logo, novamente você foge. Logo, não volta. Não volta porque hoje finalmente é o dia de viver o tal ''conto de fadas'', mas sem príncipe e sem final (não muito) feliz. Decidi viver longe de todos e tudo que era supérfluo... Você já sabe que a parte boa da vida, é achar que se pode achar graça em tudo o que quiser, e isso você já sabe muito bem. Também sabe que pensar positivo pode até realizar os sonhos mais impossíveis. E o que mais gosta é a espécie de devaneio que vive. E como vive!
E um dia você acorda e percebe que morreu. Morreu em vida, que é a pior morte de todas, porém não se queixa disso, sabe que já viveu o que queria ter vivido. Se arrepende apenas das vezes que quis fugir e não fugiu. Daqui a uns dias, você sabe que vai morrer. Não se importa. Chegou a hora. O único problema é que ninguém vem te visitar, não telefona e não manda flores. Você vive longe de tudo e de todos, e infelizmente não pode esperar por nada. Porque um dia fugiu. E não voltou.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Do amor que nunca existiu.
Penso, sinto e mais tarde sempre era você. Era você hoje, era amanhã e sempre era na medida certa (ou as vezes não). Costumava ser sem fim e as vezes no meio (que não era bom).
Se estava em silêncio, sua voz me atormentava em mente. Se estava dormindo, sua imagem surgia em sonhos. Se estava sorrindo, você me aparecia chorando (pedindo socorro etc.) dentro de mim. Ainda bem que isso não é mais aquela rotina chata, que eu tinha de seguir pra te ter. Ate suspiro aliviada por isso.
Eu queria era ter vestido o teu abraço e dormido eternamente. Na verdade não queria ter dormido eternamente, se é que me entende. Queria era ter saído com ele por aí, explorando o mundo numa breve proteção que aquele teu abraço me proporcionava… Uma pena ter acabo ali, naquela rua fria e suja.
Olha, sei que dentro de você ainda moram meus sorrisos, alguns sei que você não quer se lembrar, mas outros você é obrigada a repensar. E logo guardar… Sei que você gostava das suas mãos sobre as minhas e tudo mais; do teu corpo recostado ao meu.
Eu não queria viver sem suas mãos, sem o seu corpo longe do meu e essas coisas do nosso antigo relacionamento (complicado), mas vai ser assim, tem de ser assim! Essa coisa de amor nasceu comigo, mas o seu amor não, ele não nasceu comigo. Ate porque nós sabemos que aquilo que cogitávamos ser ”nosso amor” nunca existiu de verdade...
Ps: Entre bebidas e longas despedidas você se foi pra nunca mais voltar. Puta que pariu, você bem que podia voltar pra me fazer sentir amor.
Se estava em silêncio, sua voz me atormentava em mente. Se estava dormindo, sua imagem surgia em sonhos. Se estava sorrindo, você me aparecia chorando (pedindo socorro etc.) dentro de mim. Ainda bem que isso não é mais aquela rotina chata, que eu tinha de seguir pra te ter. Ate suspiro aliviada por isso.
Eu queria era ter vestido o teu abraço e dormido eternamente. Na verdade não queria ter dormido eternamente, se é que me entende. Queria era ter saído com ele por aí, explorando o mundo numa breve proteção que aquele teu abraço me proporcionava… Uma pena ter acabo ali, naquela rua fria e suja.
Olha, sei que dentro de você ainda moram meus sorrisos, alguns sei que você não quer se lembrar, mas outros você é obrigada a repensar. E logo guardar… Sei que você gostava das suas mãos sobre as minhas e tudo mais; do teu corpo recostado ao meu.
Eu não queria viver sem suas mãos, sem o seu corpo longe do meu e essas coisas do nosso antigo relacionamento (complicado), mas vai ser assim, tem de ser assim! Essa coisa de amor nasceu comigo, mas o seu amor não, ele não nasceu comigo. Ate porque nós sabemos que aquilo que cogitávamos ser ”nosso amor” nunca existiu de verdade...
Ps: Entre bebidas e longas despedidas você se foi pra nunca mais voltar. Puta que pariu, você bem que podia voltar pra me fazer sentir amor.
Compra-se céu.
Compra-se céu. Aqui! Aqui! Aqui!
É tão azul, cinza, laranja, rosa, branco, negro, vermelho, amarelo. É tão céu, bonito, mágico, vibrante, encantador, brilhante, espetacular. Coisa que não se pode ter pra você. E eu, bem que queria poder achar alguma loja, ou mercado, ou padaria, ou alguma coisa qualquer que vendesse céu… Sabe, ainda não achei, mas quem sabe um dia não ache.
Pessoas vendem corpos, pessoas vendem animais, pessoas vendem flores, pessoas vendem amor por embalagens, pessoas vendem a própria dignidade, pessoas vendem alegria, e até mesmo pessoas. E porque (ainda) não vendem céu? Que é tão mais bonito e legal...
É tão azul, cinza, laranja, rosa, branco, negro, vermelho, amarelo. É tão céu, bonito, mágico, vibrante, encantador, brilhante, espetacular. Coisa que não se pode ter pra você. E eu, bem que queria poder achar alguma loja, ou mercado, ou padaria, ou alguma coisa qualquer que vendesse céu… Sabe, ainda não achei, mas quem sabe um dia não ache.
Pessoas vendem corpos, pessoas vendem animais, pessoas vendem flores, pessoas vendem amor por embalagens, pessoas vendem a própria dignidade, pessoas vendem alegria, e até mesmo pessoas. E porque (ainda) não vendem céu? Que é tão mais bonito e legal...
História de duas garotas que discutiam para serem felizes.
― Droga, você tem que entender que não dá mais pra continuar assim…
― Faz o que você quiser, garota!
― Cale-se! Estou falando.
― Vai se ferrar, me esquece de vez então e pode deixar que nunca mais procuro você. E farei isso, viu?
― Que seja!
O telefone se calou.
Os dias se passaram para as duas, aquela foi só mais uma discussão de muitas que fariam parte da história que elas mesmo escreveram para serem felizes. E ser feliz não é apenas viver de sorrisos e olhos brilhantes. Mas também de momentos como este e de olhos cheios d’água. Bom, isso não pode ser feliz pra você, mas na história das delas era assim…
O problema era o orgulho, tanto de uma, como o da outra. Só que felizmente uma sempre cedia isso pra se acertarem por fim…
― Oi.
― Oi.
― Me desculpa… não queria ter te tratado daquele jeito.
― Tudo bem, já consegui me acostumar com o seu ciúmes bobo e possessivo.
― Então isso é sinal de que estou perdoada?
― Sim bobinha (risos).
― Você sabe que não quero nunca sair da sua vida e você fica ma provocando…
― Provoco porque te amo.
― Se isso é amar, não quero que continue me amando assim.
― Então esta feito, paro de provocar e de te amar
― Tudo bem, desde que me dê a oportunidade de te reconquistar…
― Que bonitinha (risos).
― Ah não, quer saber? Não vou te reconquistar porra nenhuma!
― Ih meu Deus… TPM?
― Você só sabe tirar sarro e não se dá conta de nada.
― Dar conta de quê?
― De que todo dia me perde um pouco.
― Mais isso é fato, morremos um pouquinho todos os dias.
― Sua idiota, não nesse sentido.
― Em qual então?
― Você sempre sendo irônica e fazendo ‘’a bobinha’’.
― Ih (risos).
― Oh, quer saber?
― Hum…
― Vou desligar e agora você que me deve desculpas!
O telefone se calou mais uma vez.
E essa foi mais uma das muitas discussões que viriam, como já disse. Simplesmente porque essa é a história de duas garotas que discutiam para serem felizes.
― Faz o que você quiser, garota!
― Cale-se! Estou falando.
― Vai se ferrar, me esquece de vez então e pode deixar que nunca mais procuro você. E farei isso, viu?
― Que seja!
O telefone se calou.
Os dias se passaram para as duas, aquela foi só mais uma discussão de muitas que fariam parte da história que elas mesmo escreveram para serem felizes. E ser feliz não é apenas viver de sorrisos e olhos brilhantes. Mas também de momentos como este e de olhos cheios d’água. Bom, isso não pode ser feliz pra você, mas na história das delas era assim…
O problema era o orgulho, tanto de uma, como o da outra. Só que felizmente uma sempre cedia isso pra se acertarem por fim…
― Oi.
― Oi.
― Me desculpa… não queria ter te tratado daquele jeito.
― Tudo bem, já consegui me acostumar com o seu ciúmes bobo e possessivo.
― Então isso é sinal de que estou perdoada?
― Sim bobinha (risos).
― Você sabe que não quero nunca sair da sua vida e você fica ma provocando…
― Provoco porque te amo.
― Se isso é amar, não quero que continue me amando assim.
― Então esta feito, paro de provocar e de te amar
― Tudo bem, desde que me dê a oportunidade de te reconquistar…
― Que bonitinha (risos).
― Ah não, quer saber? Não vou te reconquistar porra nenhuma!
― Ih meu Deus… TPM?
― Você só sabe tirar sarro e não se dá conta de nada.
― Dar conta de quê?
― De que todo dia me perde um pouco.
― Mais isso é fato, morremos um pouquinho todos os dias.
― Sua idiota, não nesse sentido.
― Em qual então?
― Você sempre sendo irônica e fazendo ‘’a bobinha’’.
― Ih (risos).
― Oh, quer saber?
― Hum…
― Vou desligar e agora você que me deve desculpas!
O telefone se calou mais uma vez.
E essa foi mais uma das muitas discussões que viriam, como já disse. Simplesmente porque essa é a história de duas garotas que discutiam para serem felizes.
Se choro.
Quase não choro. E se choro, ninguém precisa saber e ver. Ate porque não consigo chorar na frente de ninguém. Acho muito manipulador e constrangedor pra mim, prefiro chorar sozinha. Ou na companhia de flores, de móveis, do vento, da música, do chão, da minha cama principalmente. Ou as vezes na companhia de nada mesmo, só da minha pessoa. É que não sou boa quando o negócio é forçar o próprio choro. E olha que já tentei algumas vezes e uma delas foi pra não ver um relacionamento acabar, deu errado. Não consegui chorar e o relacionamento se desfez. Uma pena, mas hoje não lamento pelo fato. Seria muito falso chorar forçado só pra não acabar. Chorei depois, sozinha. O que não adiantou…
Tenho um ponto fraco só, quando o quesito é choro. Filmes. Alguns me fazem chorar tão facilmente que fico impressionada. Mas ninguém vê também, normalmente sei disfarçar isso muito bem.
As vezes, isso é um problema, tem gente que diz que não tenho sentimentos por não chorar em público, essas coisas do tipo. Bobagem, viu? Tenho sentimentos sim, como qualquer outro ser humano. Só acho que chorar à toa ou por motivos idiotas (como: ver um ídolo de longe, se despedir da turma do colégio no ensino fundamental, ver alguém chorando e chorar também, e entre outros muito mais idiotas) é desnecessário. Só isso, sabe?
Ah, quase ninguém entenderia isso e você com certeza não deve estar entendendo. Na verdade, nem preciso que ninguém entenda também. Isso é muito pessoal pra mim e não preciso provar para as pessoas se choro ou deixo de chorar por motivos alheios.
Tenho um ponto fraco só, quando o quesito é choro. Filmes. Alguns me fazem chorar tão facilmente que fico impressionada. Mas ninguém vê também, normalmente sei disfarçar isso muito bem.
As vezes, isso é um problema, tem gente que diz que não tenho sentimentos por não chorar em público, essas coisas do tipo. Bobagem, viu? Tenho sentimentos sim, como qualquer outro ser humano. Só acho que chorar à toa ou por motivos idiotas (como: ver um ídolo de longe, se despedir da turma do colégio no ensino fundamental, ver alguém chorando e chorar também, e entre outros muito mais idiotas) é desnecessário. Só isso, sabe?
Ah, quase ninguém entenderia isso e você com certeza não deve estar entendendo. Na verdade, nem preciso que ninguém entenda também. Isso é muito pessoal pra mim e não preciso provar para as pessoas se choro ou deixo de chorar por motivos alheios.
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