Não queria que você tivesse esquecido o teu casaco em cima da minha cama, você precisa voltar pra buscar e eu não quero te ver. Não hoje, não amanhã... Não queria que você tivesse esquecido de me amar durante esses dias que se passaram, você precisou explicar e eu não queria escutar. Não aquele dia, não aquele mês... Não queria que você tivesse esquecido de me dizer ''Boa noite querida'', você esqueceu e substituiu por um breve ''Adeus''. Não podia, não devia... Não queria que você tivesse esquecido o teu amor aqui comigo, você vai esquecer de buscá-lo e eu não vou levá-lo ate você. Não vou, não mesmo!
E meu amor, eu não quero que você continue a me amar, pois eu não posso mais te desejar e nem cogitar essa ideia. Nem hoje, nem amanhã, nem nunca mais... Portanto, me esqueça. E não se esqueça disso.
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.