Com uma blusa amarela, de longe avistei ela. Tudo o que eu precisava, era de pelo menos um pouco de coragem. Ir ate ela e dizer tudo, tudo aquilo que me faz falta. Desde o abraço; o beijo; o cheiro; ate o olhar; o sorriso e aquele maldito orgulho que ajudou um pouco a acabar com tudo. Bom, a coragem faltou. E isso, de fato não me importou. Não como eu pensei que importaria…
Por que ainda sentir falta dela? Não sei. Eu gostaria de saber. E a única coisa que sei, é que essa falta só aumenta. E que a cada dia aumenta ainda mais. Não me corrói, mais no fundo, dói. E como dói, só por saber que em algum lugar nesse exato minuto, você deve esta rindo junto com um outro alguém, que no fundo não deve lhe amar como eu amei, como ainda amo. E como amo.
Sei que não deve pensar em mim mais com tanta frequência, muito menos em nós. Naquela coisa do amor surgir novamente e de uma vez por todas dar certo. Mas espero. Não dizem que a esperança é a última que morre? Pois então. Essa, de livre e espontânea vontade será a última a morrer.
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.