terça-feira, 5 de abril de 2011

Sexo com amor, por favor!

23 horas.
― Quero entrar em você essa noite. E de hoje espero que não passe. – disse baixinho quando a beijei pela primeira vez naquela noite.
― Que entre. Quero mesmo que entre! – olhou profundo e disse convicta.
Comecei beijando tua face, depois somente a boca, logo beijei o pescoço. Então puxei-a para cama e fui tirando sua roupa, ela fazia o mesmo em mim.
― Você quer mesmo que eu continue? – sussurrei baixinho.
Não respondeu. O coração dela batia excitado e estava um pouco nervosa, mas não queria que parasse, eu via e sentia isso vindo dela. Portanto continuei…
― Me toca – ela pedia com determinação e estava disposta a deixar que rolasse de tudo.
Minhas mãos exploravam cada parte do seu corpo, eu descia cada vez mais. Parava no umbigo e voltava.
― Pára de me provocar! – quando disse isso, subi por cima dela e deixei-a imobilizada.
― Fica quieta…
― O que vai fazer? – disse num tom desafiador.
Então, coloquei minha boca nos seus seios e explorei-os.
― São lindos.
― Quer me deixar envergonhada? – ela sorrira.
― São tão lindos que já sinto prazer só de admirá-los.
― Não precisa só admirá-los…
Sem mais delongas, fui passando do umbigo vagarosamente.
― Posso?
Ela sorriu. Em seguida gritou baixinho de prazer quando minha língua quente e firme encontrou.
― Não pare, por favor… – ordenou com uma voz baixa.
Era muito prazer e cada minuto ali seria lembrando depois. Não sei por ela, mas por mim, com certeza seria…
Suas pernas se afastaram lentamente e eu beijava-a. Minhas mãos – pela primeira vez – penetraram profundamente. Ela sugava meus lábios e mordia meu pescoço lentamente.
― Não da pra respirar, muito menos pensar. – ela sorriu e suspirou.
― Não pense, respire. – continuei acariciando-a.
― Como você faz isso? – perguntou.
― Isso o que? – sorri.
― Esquece. – ela sorriu junto.
― É muito pra você?
Afundei-me dentro dela. Eu via o resultado do prazer em seu rosto. Era tão bonito.
― Gosto disso.
― Disso o que?
― Do prazer no seu rosto. – ela sorriu com uma imensa alegria e logo perguntou:
― Quanto você quer de mim?
― Quero assim mesmo, por inteira. – eu falava sério, muito sério.
Eu beijava seu pescoço e a invadia cada vez mais. Ela gemeu mais.
― Doeu?
― Não… Continue, continue por favor. – ela ficava cada vez mais extasiada e passado alguns minutos, ousou ficar por cima de mim e me acariciou, numa tentativa de me fazer sentir ainda mais prazer. Conseguiu. Depois, beijou e sugou meus seios com força, adorei sua atitude.
― Eu amo você! – disse ela, com os olhos mais lindos do mundo.
― Eu sei que ama. Com certeza ama.
― Como pode afirmar e ter certeza disso? – ela sorriu.
― Eu lhe conheço muito bem e sei que se não me amasse, não deixaria que eu tocasse em você como toquei.
― Amo você por conta disso também, tão compreensível. É lindo, é linda. – sorriu novamente. Então sorri de volta.
Fiquei observando o teu rosto e ela me olhava, e agora com olhos profundos de quem gostaria de descobrir alguma coisa que ninguém jamais havia ousado a descobrir.
― Por que esta parada me olhando? – perguntou ela.
― Você é linda, não quero que essa seja a última vez.
― Não vai ser.
― Como pode me garantir isso?
― Você foi a única pessoa que me proporcionou imenso prazer ate hoje e soube me respeitar. Gosto disso. Portanto quero que se repita.
― Obrigada por me fazer tão bem. – sorri.
― Agradeço pela mesma coisa. – sorriu de volta.
Uma relação linda. Fazíamos sexo com amor, não sexo sujo. De sujo, só o abajur daquele quarto de hotel.
― Sabe de uma coisa? – perguntei.
― Não, me conte – sorriu.
― Quero te amar pelo resto de minha vida.
Então, sem querer ela descobriu o que ninguém ousou a descobrir: amor eterno. Era isso que eu queria a partir daquele momento: um amor eterno.