A vida dela não passava de mais uma ilusão. A vida dela se passava numa imensa escuridão. A vida dela não tinha um segundo coração... Pode isso ou não? Pode não! A menina tem o direito de ser feliz(mente), de se encontrar interiormente e de amar outro corpo inocente.
Dizia ela: Vou-me embora daqui. Juntar um dinheiro e ser feliz.
Um dia ela juntou o dinheiro e foi-se embora ser feliz, como dizia.
Se foi? Foi (muito) feliz. Como foi? Foi bonito demais. Com quem foi? Foi com outra garota que, cuja vida também não passava de uma ilusão, cuja a vida se passava numa imensa escuridão, cuja vida não tinha um segundo coração... Pode isso ou não? Pode sim! A menina tem o direito de ser feliz(mente), de se encontrar interiormente e de amar outro corpo inocente.
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Isabela.
Fugir com ela. Este era o desejo de Isabela. Foi uma espécie de paixão a primeira vista. Logo então, o desejo só queria consumir a tal menina. E a cada dia, crescia mais e mais a vontade de fugir e ser feliz. Mas não sozinha, Isabela amava ela. Ela, que tinha um dos sorrisos mais lindos e um dos olhares mais bonitos…
Pensamento meio bobo, que por fim se calou às nove e seis, na manhã do dia três:
- Isabela, quero fugir com você! - foi assim, numa pequena frase feliz, que ela fugiu com Isabela e Isabela, não se calava diante dela:
- Eu te amo e obrigada por ter fugido comigo. - foram as palavras das muitas que viriam naquele lugar bonito, onde Isabela iria amar ate o infinito…
Pensamento meio bobo, que por fim se calou às nove e seis, na manhã do dia três:
- Isabela, quero fugir com você! - foi assim, numa pequena frase feliz, que ela fugiu com Isabela e Isabela, não se calava diante dela:
- Eu te amo e obrigada por ter fugido comigo. - foram as palavras das muitas que viriam naquele lugar bonito, onde Isabela iria amar ate o infinito…
(D)aqui.
Das coisas que cumpri. Das juras que prometi. Dos problemas que resolvi. Das histórias que menti. Dos contos que li. Das ilusões que vivi. Dos dramas que sobrevivi. Das tardes que dormi. Dos olhares que vi. Das guerras que venci. Dos ventos que senti. Das vezes que quase morri...
E sabe o que me trouxe ate aqui? O mesmo que trouxe você ate a mim.
E sabe o que me trouxe ate aqui? O mesmo que trouxe você ate a mim.
Tudo outra vez.
Quando aconteceu o primeiro beijo, (quase) estremeci. E eu? Queria era me entregar de vez e que novamente tudo acontecesse de novo. Essa coisa de ”paixão à primeira vista”, entende?
Quanto aconteceu a primeira transa, (quase) enlouqueci. E eu? Queria era casar com você ali, naquele mesmo momento. Adotar alguns felinos e tomar vinho todos os dias. Sonhar, sabe? Não custa nada. Mas me custou, só por ter sonhado demais…
Mas sabe de uma coisa? Eu faria e viveria tudo outra vez.
Quanto aconteceu a primeira transa, (quase) enlouqueci. E eu? Queria era casar com você ali, naquele mesmo momento. Adotar alguns felinos e tomar vinho todos os dias. Sonhar, sabe? Não custa nada. Mas me custou, só por ter sonhado demais…
Mas sabe de uma coisa? Eu faria e viveria tudo outra vez.
Você ai, eu aqui.
Queria era poder atravessar a rua, tão nua e crua, e te encontrar do outro lado dela, me esperando com os braços abertos pra logo me abraçar, abraçar forte. Parecido com essa coisa que só costuma acontecer em filme, sabe? Mas por enquanto, só posso cogitar a ideia disso um dia vier acontecer, talvez cedo, talvez tarde. Mas ansiosamente espero pelo momento de poder vê-la. Talvez por pouco tempo, talvez por muito. O importante é que eu veja. Veja os olhos que tanto me encantam na fotografia. E que eu veja através desses mesmos olhos que me conquistaram, o que sente quando me vês.
É você ai, e eu aqui. Não sabemos o futuro disso que, hipoteticamente falando chamamos de pré-relacionamento. E acho que não estou sendo muito clara, mas eu gostaria de ser. Dizer que é grande a paixão que sinto por você. Dizer também, que se tivesse como comprar as estrelas ou o céu, eu compraria-os pra ti. Só pra ver você sorrir, só pra ver você realizada.
É você ai, e eu aqui. Não sabemos o futuro disso que, hipoteticamente falando chamamos de pré-relacionamento. E acho que não estou sendo muito clara, mas eu gostaria de ser. Dizer que é grande a paixão que sinto por você. Dizer também, que se tivesse como comprar as estrelas ou o céu, eu compraria-os pra ti. Só pra ver você sorrir, só pra ver você realizada.
Amor verdadeiro.
Quero fechar os olhos, pensar e te imaginar. Imaginar você aqui comigo. E sabe de mais? Quero uma vida com você, quero uma cama com o teu cheiro, quero um álbum com suas fotos. Quero é sentir aquela sensação de amar, amar você. Amar bem de perto. Não quero que seja assim. Longe de você, do seu abraço, do seu beijo, do seu carinho, do seu cheiro… Sabe o que é isso? É sentir vontade, é sentir desejo, é querer te sentir e não poder sentir. Seria bom não poder sentir isso de uma certa forma, mas acho que felizmente é hora de sentir. Sentir de novo o que chamam de amor. Amor verdadeiro, que me faz ficar trêmula, que me faz sentir uma ”dorzinha” boa no coração, que me faz suspirar, que me faz delirar, que me faz morrer de vontade, morrer de saudade.Uns dizem que devemos fugir dos nossos problemas, outros dizem que devemos solucioná-los… mas se você tivesse aqui, você seria a solução pra todos eles. Mas a solução não depende só de mim, por isso meu bem, vem logo ate aqui. Só o tempo vai dizer o que é melhor desse caminho que você trilhou com o meu, e o meu com o seu. Se é a melhor escolha, não sei, só sei que se isso for amor, não deixe que acabe, por favor…
Falta de coragem.
Com uma blusa amarela, de longe avistei ela. Tudo o que eu precisava, era de pelo menos um pouco de coragem. Ir ate ela e dizer tudo, tudo aquilo que me faz falta. Desde o abraço; o beijo; o cheiro; ate o olhar; o sorriso e aquele maldito orgulho que ajudou um pouco a acabar com tudo. Bom, a coragem faltou. E isso, de fato não me importou. Não como eu pensei que importaria…
Por que ainda sentir falta dela? Não sei. Eu gostaria de saber. E a única coisa que sei, é que essa falta só aumenta. E que a cada dia aumenta ainda mais. Não me corrói, mais no fundo, dói. E como dói, só por saber que em algum lugar nesse exato minuto, você deve esta rindo junto com um outro alguém, que no fundo não deve lhe amar como eu amei, como ainda amo. E como amo.
Sei que não deve pensar em mim mais com tanta frequência, muito menos em nós. Naquela coisa do amor surgir novamente e de uma vez por todas dar certo. Mas espero. Não dizem que a esperança é a última que morre? Pois então. Essa, de livre e espontânea vontade será a última a morrer.
Por que ainda sentir falta dela? Não sei. Eu gostaria de saber. E a única coisa que sei, é que essa falta só aumenta. E que a cada dia aumenta ainda mais. Não me corrói, mais no fundo, dói. E como dói, só por saber que em algum lugar nesse exato minuto, você deve esta rindo junto com um outro alguém, que no fundo não deve lhe amar como eu amei, como ainda amo. E como amo.
Sei que não deve pensar em mim mais com tanta frequência, muito menos em nós. Naquela coisa do amor surgir novamente e de uma vez por todas dar certo. Mas espero. Não dizem que a esperança é a última que morre? Pois então. Essa, de livre e espontânea vontade será a última a morrer.
Esqueça.
Não queria que você tivesse esquecido o teu casaco em cima da minha cama, você precisa voltar pra buscar e eu não quero te ver. Não hoje, não amanhã... Não queria que você tivesse esquecido de me amar durante esses dias que se passaram, você precisou explicar e eu não queria escutar. Não aquele dia, não aquele mês... Não queria que você tivesse esquecido de me dizer ''Boa noite querida'', você esqueceu e substituiu por um breve ''Adeus''. Não podia, não devia... Não queria que você tivesse esquecido o teu amor aqui comigo, você vai esquecer de buscá-lo e eu não vou levá-lo ate você. Não vou, não mesmo!
E meu amor, eu não quero que você continue a me amar, pois eu não posso mais te desejar e nem cogitar essa ideia. Nem hoje, nem amanhã, nem nunca mais... Portanto, me esqueça. E não se esqueça disso.
E meu amor, eu não quero que você continue a me amar, pois eu não posso mais te desejar e nem cogitar essa ideia. Nem hoje, nem amanhã, nem nunca mais... Portanto, me esqueça. E não se esqueça disso.
842 Km.
Ontem, de longe avistei teus olhos azuis passando. Brilhavam e me gritavam. Eu sonhava acordada e você me olhava calada.
No meu canto, sozinha eu amava teus cabelos, teus sorrisos, teus olhares, amava toda essa infinda beleza que ganhara da natureza.
Hoje, eu acordei em desgosto, percebi que você não esta tão perto como eu gostaria que estivesse. São aproximadamente 842 km longe de ti. Uma lástima.
No meu canto, novamente sozinha tomo meu café e agora não vejo mais você perto de mim. Pode alguém amar tanto assim?
Mais uma vez era você e meu café. Logo, mergulhei e me entreguei naqueles pensamentos que me fazem ficar mais próxima de você.
E amanhã, cadê você pra me amar?
No meu canto, sozinha eu amava teus cabelos, teus sorrisos, teus olhares, amava toda essa infinda beleza que ganhara da natureza.
Hoje, eu acordei em desgosto, percebi que você não esta tão perto como eu gostaria que estivesse. São aproximadamente 842 km longe de ti. Uma lástima.
No meu canto, novamente sozinha tomo meu café e agora não vejo mais você perto de mim. Pode alguém amar tanto assim?
Mais uma vez era você e meu café. Logo, mergulhei e me entreguei naqueles pensamentos que me fazem ficar mais próxima de você.
E amanhã, cadê você pra me amar?
terça-feira, 5 de abril de 2011
Sexo com amor, por favor!
23 horas.
― Quero entrar em você essa noite. E de hoje espero que não passe. – disse baixinho quando a beijei pela primeira vez naquela noite.
― Que entre. Quero mesmo que entre! – olhou profundo e disse convicta.
Comecei beijando tua face, depois somente a boca, logo beijei o pescoço. Então puxei-a para cama e fui tirando sua roupa, ela fazia o mesmo em mim.
― Você quer mesmo que eu continue? – sussurrei baixinho.
Não respondeu. O coração dela batia excitado e estava um pouco nervosa, mas não queria que parasse, eu via e sentia isso vindo dela. Portanto continuei…
― Me toca – ela pedia com determinação e estava disposta a deixar que rolasse de tudo.
Minhas mãos exploravam cada parte do seu corpo, eu descia cada vez mais. Parava no umbigo e voltava.
― Pára de me provocar! – quando disse isso, subi por cima dela e deixei-a imobilizada.
― Fica quieta…
― O que vai fazer? – disse num tom desafiador.
Então, coloquei minha boca nos seus seios e explorei-os.
― São lindos.
― Quer me deixar envergonhada? – ela sorrira.
― São tão lindos que já sinto prazer só de admirá-los.
― Não precisa só admirá-los…
Sem mais delongas, fui passando do umbigo vagarosamente.
― Posso?
Ela sorriu. Em seguida gritou baixinho de prazer quando minha língua quente e firme encontrou.
― Não pare, por favor… – ordenou com uma voz baixa.
Era muito prazer e cada minuto ali seria lembrando depois. Não sei por ela, mas por mim, com certeza seria…
Suas pernas se afastaram lentamente e eu beijava-a. Minhas mãos – pela primeira vez – penetraram profundamente. Ela sugava meus lábios e mordia meu pescoço lentamente.
― Não da pra respirar, muito menos pensar. – ela sorriu e suspirou.
― Não pense, respire. – continuei acariciando-a.
― Como você faz isso? – perguntou.
― Isso o que? – sorri.
― Esquece. – ela sorriu junto.
― É muito pra você?
Afundei-me dentro dela. Eu via o resultado do prazer em seu rosto. Era tão bonito.
― Gosto disso.
― Disso o que?
― Do prazer no seu rosto. – ela sorriu com uma imensa alegria e logo perguntou:
― Quanto você quer de mim?
― Quero assim mesmo, por inteira. – eu falava sério, muito sério.
Eu beijava seu pescoço e a invadia cada vez mais. Ela gemeu mais.
― Doeu?
― Não… Continue, continue por favor. – ela ficava cada vez mais extasiada e passado alguns minutos, ousou ficar por cima de mim e me acariciou, numa tentativa de me fazer sentir ainda mais prazer. Conseguiu. Depois, beijou e sugou meus seios com força, adorei sua atitude.
― Eu amo você! – disse ela, com os olhos mais lindos do mundo.
― Eu sei que ama. Com certeza ama.
― Como pode afirmar e ter certeza disso? – ela sorriu.
― Eu lhe conheço muito bem e sei que se não me amasse, não deixaria que eu tocasse em você como toquei.
― Amo você por conta disso também, tão compreensível. É lindo, é linda. – sorriu novamente. Então sorri de volta.
Fiquei observando o teu rosto e ela me olhava, e agora com olhos profundos de quem gostaria de descobrir alguma coisa que ninguém jamais havia ousado a descobrir.
― Por que esta parada me olhando? – perguntou ela.
― Você é linda, não quero que essa seja a última vez.
― Não vai ser.
― Como pode me garantir isso?
― Você foi a única pessoa que me proporcionou imenso prazer ate hoje e soube me respeitar. Gosto disso. Portanto quero que se repita.
― Obrigada por me fazer tão bem. – sorri.
― Agradeço pela mesma coisa. – sorriu de volta.
Uma relação linda. Fazíamos sexo com amor, não sexo sujo. De sujo, só o abajur daquele quarto de hotel.
― Sabe de uma coisa? – perguntei.
― Não, me conte – sorriu.
― Quero te amar pelo resto de minha vida.
Então, sem querer ela descobriu o que ninguém ousou a descobrir: amor eterno. Era isso que eu queria a partir daquele momento: um amor eterno.
― Quero entrar em você essa noite. E de hoje espero que não passe. – disse baixinho quando a beijei pela primeira vez naquela noite.
― Que entre. Quero mesmo que entre! – olhou profundo e disse convicta.
Comecei beijando tua face, depois somente a boca, logo beijei o pescoço. Então puxei-a para cama e fui tirando sua roupa, ela fazia o mesmo em mim.
― Você quer mesmo que eu continue? – sussurrei baixinho.
Não respondeu. O coração dela batia excitado e estava um pouco nervosa, mas não queria que parasse, eu via e sentia isso vindo dela. Portanto continuei…
― Me toca – ela pedia com determinação e estava disposta a deixar que rolasse de tudo.
Minhas mãos exploravam cada parte do seu corpo, eu descia cada vez mais. Parava no umbigo e voltava.
― Pára de me provocar! – quando disse isso, subi por cima dela e deixei-a imobilizada.
― Fica quieta…
― O que vai fazer? – disse num tom desafiador.
Então, coloquei minha boca nos seus seios e explorei-os.
― São lindos.
― Quer me deixar envergonhada? – ela sorrira.
― São tão lindos que já sinto prazer só de admirá-los.
― Não precisa só admirá-los…
Sem mais delongas, fui passando do umbigo vagarosamente.
― Posso?
Ela sorriu. Em seguida gritou baixinho de prazer quando minha língua quente e firme encontrou.
― Não pare, por favor… – ordenou com uma voz baixa.
Era muito prazer e cada minuto ali seria lembrando depois. Não sei por ela, mas por mim, com certeza seria…
Suas pernas se afastaram lentamente e eu beijava-a. Minhas mãos – pela primeira vez – penetraram profundamente. Ela sugava meus lábios e mordia meu pescoço lentamente.
― Não da pra respirar, muito menos pensar. – ela sorriu e suspirou.
― Não pense, respire. – continuei acariciando-a.
― Como você faz isso? – perguntou.
― Isso o que? – sorri.
― Esquece. – ela sorriu junto.
― É muito pra você?
Afundei-me dentro dela. Eu via o resultado do prazer em seu rosto. Era tão bonito.
― Gosto disso.
― Disso o que?
― Do prazer no seu rosto. – ela sorriu com uma imensa alegria e logo perguntou:
― Quanto você quer de mim?
― Quero assim mesmo, por inteira. – eu falava sério, muito sério.
Eu beijava seu pescoço e a invadia cada vez mais. Ela gemeu mais.
― Doeu?
― Não… Continue, continue por favor. – ela ficava cada vez mais extasiada e passado alguns minutos, ousou ficar por cima de mim e me acariciou, numa tentativa de me fazer sentir ainda mais prazer. Conseguiu. Depois, beijou e sugou meus seios com força, adorei sua atitude.
― Eu amo você! – disse ela, com os olhos mais lindos do mundo.
― Eu sei que ama. Com certeza ama.
― Como pode afirmar e ter certeza disso? – ela sorriu.
― Eu lhe conheço muito bem e sei que se não me amasse, não deixaria que eu tocasse em você como toquei.
― Amo você por conta disso também, tão compreensível. É lindo, é linda. – sorriu novamente. Então sorri de volta.
Fiquei observando o teu rosto e ela me olhava, e agora com olhos profundos de quem gostaria de descobrir alguma coisa que ninguém jamais havia ousado a descobrir.
― Por que esta parada me olhando? – perguntou ela.
― Você é linda, não quero que essa seja a última vez.
― Não vai ser.
― Como pode me garantir isso?
― Você foi a única pessoa que me proporcionou imenso prazer ate hoje e soube me respeitar. Gosto disso. Portanto quero que se repita.
― Obrigada por me fazer tão bem. – sorri.
― Agradeço pela mesma coisa. – sorriu de volta.
Uma relação linda. Fazíamos sexo com amor, não sexo sujo. De sujo, só o abajur daquele quarto de hotel.
― Sabe de uma coisa? – perguntei.
― Não, me conte – sorriu.
― Quero te amar pelo resto de minha vida.
Então, sem querer ela descobriu o que ninguém ousou a descobrir: amor eterno. Era isso que eu queria a partir daquele momento: um amor eterno.
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