A vida dela não passava de mais uma ilusão. A vida dela se passava numa imensa escuridão. A vida dela não tinha um segundo coração... Pode isso ou não? Pode não! A menina tem o direito de ser feliz(mente), de se encontrar interiormente e de amar outro corpo inocente.
Dizia ela: Vou-me embora daqui. Juntar um dinheiro e ser feliz.
Um dia ela juntou o dinheiro e foi-se embora ser feliz, como dizia.
Se foi? Foi (muito) feliz. Como foi? Foi bonito demais. Com quem foi? Foi com outra garota que, cuja vida também não passava de uma ilusão, cuja a vida se passava numa imensa escuridão, cuja vida não tinha um segundo coração... Pode isso ou não? Pode sim! A menina tem o direito de ser feliz(mente), de se encontrar interiormente e de amar outro corpo inocente.
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.