segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Corredor.

Estava eu num corredor de hospital perdido e esquecido da cidade... ouvia vozes, muitas vozes e isso não me deixava dormir, me incomodava e no fundo me provocava, me deixando com raiva e ao mesmo tempo aflita. E eu ficava me perguntando: qual será então minha morte?
Bom, seja lá qual for. Só espero que não seja tão sofrida como daqueles que lá - já mortos - se encontravam...