sábado, 5 de fevereiro de 2011

Borboleta Beatriz.

Como sorrir não custa caro pra ela, então sorri sem cobranças. Sorri e cada sorriso mora em minha lembrança. Faz isso com muito gosto. Bom, é o que parece pra mim, e tal sorriso mágico me faz um bem nesses dias de solidão, onde costuma dar um aperto no coração…
Quando morrer, desejo que se transforme na mais linda borboleta do paraíso (e que tenha vida infinita) e se isso realmente vier acontecer, que não se esqueça de me visitar ao menos uma vez no ano. Onde quer que eu esteja, onde quer que eu permaneça.
P.s.: atende pelo nome de Beatriz e encontra felicidade na simplicidade da vida, das cores e das diversas flores.
- Ó borboleta Beatriz, que a estrada trate de levá-la a lugares lindos e magníficos…


Para minha (antiga) professora de português.