Como sorrir não custa caro pra ela, então sorri sem cobranças. Sorri e cada sorriso mora em minha lembrança. Faz isso com muito gosto. Bom, é o que parece pra mim, e tal sorriso mágico me faz um bem nesses dias de solidão, onde costuma dar um aperto no coração…
Quando morrer, desejo que se transforme na mais linda borboleta do paraíso (e que tenha vida infinita) e se isso realmente vier acontecer, que não se esqueça de me visitar ao menos uma vez no ano. Onde quer que eu esteja, onde quer que eu permaneça.
P.s.: atende pelo nome de Beatriz e encontra felicidade na simplicidade da vida, das cores e das diversas flores.
- Ó borboleta Beatriz, que a estrada trate de levá-la a lugares lindos e magníficos…
Para minha (antiga) professora de português.
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.