Não tem os olhos mais bonitos, nem a voz mais doce e não tem muita postura. O que pouco me importa. Pois ate gosto daqueles olhos, daquela voz e de quando perde (o que quase sempre acontece) a postura.
Eu não evito e nem deixo de alimentar a tal ideia de querer beijá-la, sentir a boca pequena encostar na minha. O que talvez, provavelmente vai demorar acontecer, ou o que talvez nunca, nunca aconteça.
Ela mal sabe, mas adoro sua companhia, adoro suas brincadeiras, adoro quando me olha, adoro seu jeito de dizer que sou dela (mesmo que não seja). E por conta disso e muitos outros motivos, deixo a tal ideia de te beijá-la. O que logo, se torna somente mais um devaneio pra mim.
Eu vou, vou permanecer bem aqui. Mesmo que não queira, mesmo que não ajude alimentar esse tal sentimento que só cresce dentro de mim. Que pra você, talvez vez ainda esteja pra vim.
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.