Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.
sábado, 1 de maio de 2010
Vale doce.
A beira de um chão coberto de amargura, encontro a saída; consigo realmente enxergar o que precisava. Todo tempo que me cercava não era um chão e sim um gigantesco vale doce e encantador... Sabe, são poucos que enxergam este vale e não tem como ensinar o caminho ate ele, porque cada um encontra seu caminho, caso ao contrário fica iludidamente a beira de um chão amargo. Mas claro que no momento certo, pode ter certeza, se ainda possuir esperanças no seu coração, você vai encontrar o que tanto deseja ou sonha. A cada minuto que passa você consegue algo para este vale e hora menos encontra um meio de descer lá embaixo; seja pelo caminho das pedras ou pela loucura de um para quedas...