Tudo aconteceu rápido, sem querer vivenciamos alguns fatos. O tempo de um certo modo correu, de uma maneira que ninguém percebeu. Ainda não consegui tirar você do meu coração. Será que estou vivendo em mais uma ilusão?
As vezes, melhor dizendo, tudo me lembra os momentos que passamos. E os momentos que eu desenhei em pensamentos, sonhando que um dia podíamos vive-los. Ora escuto músicas e me lembro de ti. Ora escuto músicas e sinto um raiva repentina de você. Será fases vividas de uma história de amor?
Realmente não pude imaginar que tu viestes a se tornar tão importante em minha vida. Mas felizmente se tornou. E de certa forma deixei certas emoções me levarem, assim como você. Será que no momento estamos vivenciando razões?
Sem querer, vez e outra choro sem mesmo entender o porquê. Pois na verdade, não sei se por você, se é por nós; ou se é pelo tempo que não passa nunca. De fato, esse choro me faz bem. Porque (querendo ou não) ainda possuo esperança. Canso-me as vezes destas (malditas) lágrimas escorrendo pelo meu rosto, mais nada que uma boa conversa contigo não resolva meu humor. Será que viver chorando por você valerá apena no futuro?
Ah se eu conseguisse te odiar pelo o que me fez passar. Mas nem isso eu consigo. Eu só consigo é ainda te amar e te amar. Admirar e duvidar. Se não confessei ainda, espero que ainda dê tempo de confessar, que eu vou te esperar. Mesmo que isso demore uma eternidade. Mas, será que consigo ir vivendo sabendo que você nunca mais pode vir a voltar?
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.