É tão difícil falar de nós mesmos. Difícil é se descrever não é? Pois é, nem sempre conseguimos fazer com que palavras definam quem somos e deixamos de ser. Bom, não acredito que eu seja alguém de tão grande importância. Ate porque não preciso me sentir assim, só o fato de saber que existo e consigo viver já é o bastante o suficiente. Ser importante é novidade que os outros contam (ou não) para você. Me acho igual a todos, mas no mesmo instante mudo de opinião achando que não sou. Sou igual no quesito ''ser humano'', com certos defeitos, porém (claro) acompanhada de qualidades (e grandes qualidades). Sou a certa, sou a errada. Sou a boa, sou a malvada. Sou a tristeza, sou a felicidade. Sou isso, sou aquilo. Posso ser tudo, ou simplesmente nada. Quem me conhece bem sabe que não sou tão incrível. Sou mesmo é imprevisível. E as vezes (quase) impossível.
É melhor terminar por aqui. Estou fingindo escrever com clareza e delicadeza.
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.