Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.
sábado, 1 de maio de 2010
Quero um amor.
Quero um amor que me ligue só pra dizer que me ama. Quero um amor que não cobre promessa. Quero um amor que permaneça acordado só para me observar enquanto eu tiver dormindo. Quero um amor que me beije na testa e me diga coisas bonitas. Quero um amor que me leve pra passear. Quero um amor que me faça companhia nas horas triste. Quero um amor que me respeite. Quero um amor que me espere, mesmo quando houver desavenças. Quero um amor seja ele qual for. Quero um amor que me chame de linda ao invés de gatinha, que me chame de encantadora ao invés de gostosa. Quero um amor que me leve as nuvens. Quero um amor que me faça sonhar. Quero um amor para me recordar. Quero um amor que me encha os olhos. Quero um amor eterno. Seja aqui ou no inferno.