O telefone acabou de tocar. Torci para que fosse você, mas infelizmente não era. Analisando tudo a minha volta, só consigo enxerga um imenso céu escuro repleto de nuvens cinzas. E o mais engraçado é que tudo esta bem (bom, é o que pelo menos parece); mesmo com o céu escuro repleto de nuvens cinzas. Pois você ainda esta aqui, de alguma forma sei que ainda esta aqui.
Eu olhava pra você e sorria sem por quê. Como pode me esquecer? Me deixou numa esquina com o coração partido. Pediu perdão e saiu sorrindo. Me diz, quanto tempo falta pra você poder voltar? Quanto tempo tenho mais que esperar? Assim como eu preciso de você, diga que precisa de mim. Diga que não quis me esquecer; e que jamais quis ter deixado de me amar.
Olho a foto que tiramos na estante. Mas não têm foto, não há estante e muito menos nós. Isso de suma importância não me abala. Porém preciso de nós, preciso de você.
Ah, você partiu. Ah, se soubesses o quanto eu te amo. Se soubesses o quanto. Ah, eu te amo.
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.