domingo, 23 de maio de 2010

Ah.

O telefone acabou de tocar. Torci para que fosse você, mas infelizmente não era. Analisando tudo a minha volta, só consigo enxerga um imenso céu escuro repleto de nuvens cinzas. E o mais engraçado é que tudo esta bem (bom, é o que pelo menos parece); mesmo com o céu escuro repleto de nuvens cinzas. Pois você ainda esta aqui, de alguma forma sei que ainda esta aqui.
Eu olhava pra você e sorria sem por quê. Como pode me esquecer? Me deixou numa esquina com o coração partido. Pediu perdão e saiu sorrindo. Me diz, quanto tempo falta pra você poder voltar? Quanto tempo tenho mais que esperar? Assim como eu preciso de você, diga que precisa de mim. Diga que não quis me esquecer; e que jamais quis ter deixado de me amar.
Olho a foto que tiramos na estante. Mas não têm foto, não há estante e muito menos nós. Isso de suma importância não me abala. Porém preciso de nós, preciso de você.
Ah, você partiu. Ah, se soubesses o quanto eu te amo. Se soubesses o quanto. Ah, eu te amo.