Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.
sábado, 1 de maio de 2010
Não!
A última palavra que certo alguém pronunciou dias atrás estava carregada de dúvida, mas não estava carregada de tristeza, isso foi o que me deixou mais calma. E tudo o que me disse foi um simples Não - Pretende me contar o que esta acontecendo? Por que esta tão perto, mas tão longe? Pretende me contar? E tudo o que disse: Não! – E isso não vai mudar nada. Mas eu precisava saber. Sei que depois desses dias que passaram, a certeza que em breve eu vou ter, é um buraco no meio do peito que irá aparecer e não vai desaparecer. Meus olhos ardem como as luzes fortes e psicodélicas, já estou longe de casa, mas não longe o bastante pra me liberta-se, minha mente já começou a vagar por lugares que eu provavelmente não irei lembrar amanhã. Mas meus olhos ainda ardem, e eu não quero sentir o vento frio de sempre quando encontrar ela, por que eu sei que ela também não irá sentir o mesmo; então ela não entendera o que se passa por mim. Agora o que eu mais desejo é ver os olhos dela. Amiga, espero que entenda.