Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.
domingo, 31 de outubro de 2010
Déjà vu do mal.
Quando se apaixonou pela primeira vez de verdade, teve medo de morrer. Morrer no momento que ela achava ser o mais feliz de sua vida. Não queria atravessar a rua, numa espécie de Déjà vu do mal. Mas estava tudo bem. Tão bem que aquilo era uma forma de crise, a primeira e a única crise da sua vida, porque ficou tudo bem depois... Atravessou a rua e o ônibus matou os sonhos, os planos, o corpo frágil. E claro, matou o amor que havia dentro dela.