''Meu pensamento só cabe você, imagino as lembranças que eu tenho de nós... Imagina se elas voltassem? Ah, como seria bom meu amor!
Saudade de te ver, vontade de novamente lhe ter. Quando é que você vai deixar esse orgulho bobo de lado? Hein? Quando é que você dirá ''eu te amo'' de novo?
Tudo perdeu o sentido depois que você me deixou, confesso. Confesso, porque você já deve saber disso...
Me desculpa e muito obrigada por tudo.
Ps.: ainda te amo.''
Mandei uma carta em anônimo e junto com uma rosa amarela. Será que descobrirá quem mandou?
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.