Já parei tantas vezes pra pensar e na maioria das vezes não consigo enxergar nada além de você. Por vários motivos, várias explicações, pedidos de desculpas, acabamos deixando nosso sentimento de lado e seguimos apenas pela razão. Não sei se tudo isso foi certo; nem sei se isso terá consequências boas no futuro.
Sinceramente, não sei mais o que pensar sobre a gente, nem sei como agir diante a tantas lembranças, não sei como escutar músicas sem lembrar de você, não sei como dormir tranquilamente e não passar madrugadas inteiras pensando em ti, não sei se seria capaz de viver sem você. Essa é verdade.
E o tempo esta passando e eu ainda pensando se pra mim seria bom ou ruim afastar de tudo isso, de você, das lembranças, do teu olhar, das infinitas coisas que passamos. Talvez seja errado e muito cedo para pensar nessas possibilidades; estou preferindo guardar isso tudo pra mim, mesmo que me faça mal e continuar pensando que o nosso amor ainda não acabou ou de fato apenas nunca existiu pra você, nem lembranças e muito menos este mesmo amor que sempre sentia ao te ver, ao falar com você, ao sentir tua presença nos meus pensamentos. É isso, faça disso tudo o que quiser, mas não se esqueça que (infelizmente) ainda te amo.
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.