Existiam desculpas pra lhe encontrar. Existiam sonhos para realizar. Eu só queria apenas te amar. Era só te ver para meu coração disparar, era só me ligar para me arrancar suspiros, era só você me tocar pra saber que eu te queria mais e mais, era só me olhar para confirmar que queria viver cada dia da minha vida ao teu lado. O tempo passou, o sentimento mudou. Você parece ter deixado de me amar, só que mesmo assim ainda não deixei de sonhar...
Eu buscava motivos da partida, o porquê de ter me deixado. As vezes preferia morrer, do que viver sem você. Cada dia que se passava, eu sofria calada. Parecia que me faltava o ar. Incrível, mais mesmo assim eu não deixava de lhe amar. E mesmo que quisesse, não ia conseguir; pois não havia sentido existir sem amar você...
Ainda me lembro (perfeitamente bem) das tardes que passamos, e detalhadamente ainda me lembro das juras de amor. Dos planos, dos sonhos, dos desejos que eu contava pra você. E você ria. Ah! como era gostoso assistir cada detalhe do teu rosto ao sorrir. Foi tão difícil construir e foi tão fácil destruir... Cada você pra (novamente) me possuir?
Depositei fé, esperança e confiança. Recebi lágrimas, ilusão e traição. E mesmo assim (ainda) aqui estou. Sonhando, confiando e amando.
(postagem antiga)
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.