Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Inferninho.
Se eu soubesse me permitir, eu me entregaria de uma vez por todas quem diz me amar. Se eu soubesse agradar, não diria tantas besteiras numa única conversa oportuna. Se eu soubesse ser menos perfeccionista, pararia de procurar em cada pessoa o verdadeiro sentimento chamado amor. Se amanhã eu morrer, que eu morra feliz. E antes de mim, quero que morra o amor, mais não todo o amor para que em memória de mim, as pessoas se lembrem pelo menos uma vez que eu amei. Se tudo realmente acontecer amanhã, que ninguém sinta minha falta. Com certeza o paraíso existe e espero ir pra lá. Caso contrário, eu continuarei a viver neste ''inferninho'' chamado terra.