sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Inferninho.

Se eu soubesse me permitir, eu me entregaria de uma vez por todas quem diz me amar. Se eu soubesse agradar, não diria tantas besteiras numa única conversa oportuna. Se eu soubesse ser menos perfeccionista, pararia de procurar em cada pessoa o verdadeiro sentimento chamado amor. Se amanhã eu morrer, que eu morra feliz. E antes de mim, quero que morra o amor, mais não todo o amor para que em memória de mim, as pessoas se lembrem pelo menos uma vez que eu amei. Se tudo realmente acontecer amanhã, que ninguém sinta minha falta. Com certeza o paraíso existe e espero ir pra lá. Caso contrário, eu continuarei a viver neste ''inferninho'' chamado terra.