Quando criança sempre achei que podíamos comer as nuvens. Só bastava alcançá-las para come-las. Imaginei que elas deveriam ter um gosto agradável, diferente dos algodões doces. Talvez um gosto de açúcar e um pouquinho de amor.
Mas um belo dia descobri que infelizmente não. As nuvens não eram comestíveis. Claro que eu não gostei de ter recebido esta notícia, só que devemos continuar vivendo como se nada tivesse acontecido. É tão triste você descobrir algo que não lhe agrade, não é mesmo?
Enfim, hoje em dia saber que as nuvens não se podem comer é só mais um constrangimento (ou não) que eu fiquei sabendo.
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.