Quantas vezes permiti que invadissem meus limites pelo medo de não ser aceita, quantas vezes rompi relações por não suportar mais tanta invasão. É, realmente não sei se tudo isso foi por puro ódio ou se foi por besteiras.
Ah, limites! Estou cheia deles, cansada dos limites que estão surgindo em minha vida. Procuro agora me impor, só que evitando crises de raiva; raiva já basta de alguns indivíduos a minha volta. Definitivamente cheguei acreditar que o grande problema de quem se questiona demais é que vê as coisas erradas e preferem se questionar, em vez de se julgar mais forte. Sofremos muito, claro se não sofrer um pouco na vida nem tem graça; certos sofrimentos não é engraçado, mas sofrer é divertido (não em todas situações).
Eu simplesmente queria poder sentir o amor tão bem como escrevo dele por aqui, por aí...
- Andréia Rodrigues Liquer
- Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
- As vezes escrevo por medo de dizer e por conta disso, agradeço a existência do(s) blog(s). Escrevo e sempre que posso compartilho aqui. Meus textos não são tão significantes assim ou as vezes ate costumam ser para alguns indivíduos, que aqui visitam. Só escrevo quando realmente acho desnecessário. O que costumo achar necessário, tento colocar em prática (o que quase nunca funciona)... Os textos (ou poesias, como preferir) são (in)dispensáveis pra muitos. Poderia viver sem escrever aqui, mas isso já se tornou uma espécie de rotina (porém uma rotina bem mensal ou as vezes não). Quanta confusão, não? Pois é, aposto que deve estar pensando que é coisa do meu coração. Na verdade é e não é. É mais coisa de blog. Coisa que (na maior parte do tempo) não costuma existir pra mim. Entendeu? É, não precisa mesmo.